Unidos da Tijuca - Rio Samba School Song Português

Unidos da Tijuca Samba School flag

Listen here to the samba song of the Rio Samba School Unidos da Tijuca. Just click on the music player on the side.


Unidos da Tijuca Samba School

DETAILS

Established in: 31/12/1931

Flag Colours: Yellow and Blue

President: Fernando Horta

Address: Clube dos Portuários – Av. Francisco Bicalho

Reharsals: On Saturdays, from 22h

Head Quarter: Samba City (Quarter nº 12)

Press:
Lia Rangel

Marketing:
Fabiana Amorim


Unidos da Tijuca 2017

2017 parading time

Parading Theme:
"Semeando Sorriso, a Tijuca festeja o solo sagrado"

Carnival Designer (Carnavalesco):
Paulo Barros

Carnival Manager: Ricardo Fernandes

Harmony Manager: Fernando Costa

Vocalist: Bruno Ribas

Drummer`s Regent: Casagrande

Drummer`s Queen: Juliana Alves

Flag Carring Couple:
Marquinhos & Giovanna

Vanguard Group:
Rodrigo Negri e Priscila Mota


Unidos da Tijuca Samba School Rio Carnival

Unidos da Tijuca is the third oldest Rio samba school. It became noticed again in 2004, as a surprise to everyone, with its creative and innovative artistic work, viewed as controversial by some.

Unidos da Tijuca Samba School Rio Carnival

It is the school which traditionally pays most homage to Brazil's background as a Portuguese colony. It has been extremely strong in recent years and viewed as the most creative and daring school by many.

Its samba hall is very popular easily reachable, and attracts also many gay men.


Unidos da Tijuca

Theme: "Música na Alma, Inspiração de uma Nação"

Composers: Totonho, Fadico, Josemar Manfredini, Dudu

Vocalist:Tinga

Samba Enredo

 

Sinta o som…
É melodia, música
Negro dom que acalentava os nossos ancestrais
É muito mais, é liberdade a luz da inspiração
Hoje a Tijuca é quem dá o tom em notas e acordes musicais
Viaje na barca das canções
Um jazz embalando os corações
Num sopro a saudade, a moda country se eternizou
E o meu Borel americanizou

Chega, my brother… vem ver
A batucada é de enlouquecer
Pura Cadência de bambas juntou guitarra e pandeiro
Ta aí um soul de um jeito brasileiro

Ôôô… o som do rock ecoou
Nas ondas do rádio embalou gerações
As baladas do cinema despertam
Tamanhas emoções
Mudando de hábito o pop é samba
Deixa chover que hoje eu vou cantar
Sou eu da nação tijucana mais um pop star “vem com a gente sambar”
A musicalidade desse seu país
Virou paixão universal
Nessa avenida, rege o enredo do meu carnaval

Invade minh’alma a linda canção
No tom da vitória chegou meu pavão
Com samba no pé, nós vamos à luta
Tô na boca do povo, meu nome é Tijuca

 


2017 Parading Theme

"Música na Alma, Inspiração de uma Nação"

Sinopse

A arte e a linguagem da música são os laços que unem dois grandes gênios instrumentistas: Pixinguinha e Louis Armstrong. Nossa história vislumbra-se pela sensível sonoridade de seus instrumentos, suas vozes e pela espontaneidade criativa da essência da alma do povo americano (dos Estados Unidos).

Trazem-nos os acordes da eternidade do tempo, do templo da música, onde seus expoentes se acumulam e os seus destinos tornam-se canções... Aqui, seguem em desfile e Pixinguinha recebe Louis Armstrong para um memorável e inédito show:

Sapucaí in Concert – a história da música dos Estados Unidos da América.

- Seja bem-vindo, Louis Armstrong. Toque da forma que sente dentro do peito, a nossa música não tem fronteiras. Cante, conte... Sua história interessa ao mundo e a todas as esferas da vida brasileira.

Abertura: Música Negra da Alma.

- Meu caro Pixinguinha... Tudo começa com a ritualização das canções de trabalho dos negros escravos em cânticos de louvores (spirituals) - que sobreviveram à dor e ao lamento e revelaram a purificação da alma e o seu estado de sofrimento. Com o fim da Guerra Civil e a Abolição da Escravatura, sob o discurso de unificar a nação, congregando pessoas de diversas culturas e origens, os negros emancipados migraram para as cidades e, com eles, levaram os seus costumes musicais que infundiram, ao que cantavam ou tocavam, uma vitalidade e um caráter muito peculiares.

Nesse contexto, adotaram uma forma poético-musical individualizada, impressa na descontinuidade melódica de profanas canções, à qual chamaram de blues.

Primeiro set: a voz musical das suas heranças.

- As concepções musicais afro-americanas que surgem no Delta do Mississipi e percorrem uma longa estrada numa constante evolução... Inspiram-me! Fazem com que me lembre daqueles primeiros tempos de Nova Orleans...

- Revivo as brass bands – que, entre outras ocasiões, tocavam durante os cortejos dos funerais. Na ida, seguiam cadenciadas em homenagem ao falecido, e, na volta, “marchavam”, tocando música para os vivos ao ritmo de um som alegre – como que se evocassem a ancestralidade de seus músicos.

A esfuziante genialidade das brass bands, com ritmo swing misturado ao ragtime – uma música tipicamente executada por pianistas, exuberantemente alegre para dançar –, caracterizava o jazz, em seus primórdios.

- Rendo-me à improvisação rítmica incandescente do jazz... E, em homenagem a todos os seus grandes músicos, instrumentistas e intérpretes, toco-o, desafiando o tempo, assim como tocava, em pé e ao vento, sobre a proa de um barco a vapor deslizando sobre as águas do rio Mississipi, empunhando meu trompete aos céus!

E é a partir do blues, jazz e da música gospel, com seus estilos e formas, que surge uma integração musical por diversos caminhos com resultado artísticos idênticos ou semelhantes e até diferentes, em busca de uma identidade.

Segundo set: as baladas de um cowboy.

- A experiência jazzística leva-me a cruzar fronteiras e a criar laços históricos. Meus pistons se unem ao violino, ao violão e ao velho conhecido banjo e configuram a música country americana.

- Ouça, Pixinguinha, esses acordes: eles evidenciam a fusão das baladas folclóricas europeias e dos cantos dos cowboys do sudoeste americano com a música oriunda dos negros. Sua pauta segue atrativa ao estilo que se caracteriza por tons graves e canções que descrevem o cotidiano rural. Siga-me e também a esse som nítido e brilhoso, sugerindo a “potência e a ternura” da música country – que seguiu fases de sucesso com programas de rádio e conquistou o universo musical nos Estados Unidos.

Terceiro set: o toque freedom of speech, transpõe os limites da cor da pele e embala-nos com a trajetória “alucinante” do rock and roll.

- Pixinguinha…como consequência natural dos estilos musicais dos Estados Unidos – que se aproximam e se fundem–, deixemos que o rock preencha o nosso imaginário e os espaços de forma intuitiva.

- Gritemos pela verdade! Os jovens se “cobrem de coragem” e seus desejos afloram de uma música underground tocada por homens investidos de deuses (ou por deuses investidos de homens).

O rock celebra a irreverência performática dos primeiros músicos roqueiros, cruza os palcos americanos e coroa seu rei… Mas, enquanto o público pede bis – a música soul traça um paralelo…um som da negra raiz: rhythm and blues, um instrumento de apoio à luta pelos direitos civis.

E o rock? “Soprando o Vento” segue arrastando legiões de fãs, surfa no “lirismo comportamental” das ondas do beach rock da Califórnia...sua “loucura eletrificada” serve de banquete aos estridentes sons de suas bandas e tudo se mistura. No contexto social, sua evolução parece diabrura – uma espécie de liberdade: Woodstock! E suas guitarras transcendem a rebeldia e a candura, inscrevendo-se na psicodélica poesia da contracultura.

Quarto set: a personificação da música no teatro e no cinema.

- Pixinguinha, a história segue… Rejo as clássicas canções de George Gershwin e Cole Porter, músicos compositores que deram sempre e tanto poder de criação e vida às interpretações dos musicais de sucesso da Broadway. A partir de seus conteúdos artísticos, sigo narrando a magnificência do realismo fantástico dessas belas histórias destinadas à dramatização da música no teatro. Contudo, o canto, a dança e a melodia emergem da memória afetiva como poesia do saber, afinal, foi cantando “Hello Dolly” – que tudo isso fez parte do meu ser.

Das telas de cinema,
Eu ouço e vejo:
A música esculpir os desejos.
Em foco! Ela encena,
Contracena com a emoção.
Com o mundo sem fronteiras,
Ou uma doce ilusão?
A música é o artigo definido de uma paixão
Que se revela, entre o pranto e a alegria,
E conforta o coração.

E assim, ao longo das décadas, muitos filmes tiveram suas exibições consagradas. Em alguns casos, tão originais, as músicas foram feitas especialmente para determinados personagens ou histórias. E sob a verdade dessas canções: “cantam na chuva”, “mudam de hábito” e tudo parece não ter fim...

Quinto set: a inspiração é pop.

Assim como outrora a convivência entre os povos gerou novas variedades de músicas, assim também, espontaneamente, – a técnica e a riqueza fonográfica – a que seguem o rádio e a televisão – levam magníficas composições, videoclipes, shows e revelam ao mundo novos reis e rainhas do universo musical americano.

- Até ouço a música americana tecnologicamente vestida de uma explosão de cores e efeitos, acrescendo sua história... Cruzando novos portais, entre o gueto e a cidade, misturando tradição e modernidade... Funk é Brown e sua batida groove é poder! E nessa levada, tramando as palavras, o movimento hip-hop tem muito a dizer: versando a verdade nua e crua, proferindo sem distorcer, a poesia que vem das ruas, como rima do saber.

- Com novos efeitos eletrônicos – forjando a herança da Motown – sons inovadores ousadamente deslizam sobre as pistas de dança ao calor da juventude –disco, discotheque – embalados por diversos hits de sucesso.

O passado é remixado ao futuro e, a cada década, um novo cenário: são muitos, muitos nomes que fizeram, fazem e farão da música popular dos Estados Unidos da América um universo infinito de estilos, astros e estrelas.

- Ouça, amigo Pixinguinha, todos pedem bis… Seja daqui pra lá, e de lá pra cá, o seu saxofone une-se ao som do meu trompete!

- É, Louis, a música dos Estados Unidos é a porta-voz mais poderosa e eloquente de seu povo – ouvida em todas as partes do mundo. Que “jazzisticamente” influenciou o conteúdo e as performances musicais dos “Oito Batutas” e a Música Popular Brasileira. Hoje é coroada à celebração da alma, às raízes de um povo, ao sucesso de uma balada... Sapucaí in Concert é a inspiração, é o ritmo da nossa batucada.

Comissão de Carnaval:
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo.

Pesquisa e texto:
Marcos Roza

Agradecimentos:
André Ferreira, Beni Borja, Cynthia Figueira, Melissa Coutinho, Ricardo Cravo Albin, Sérgio Vasconcelos e a todos que contribuíram com ideias, dicas e apoio para esta iniciativa.

Glossário:

Beach Rock - gênero musical, que se popularizou como “o som da Califórnia”, gravado, geralmente, por grupos vocais como, por exemplo, o The Beach Boys.

Blues - gênero musical que surgiu, por volta de 1870, no Sul dos Estados Unidos, a partir das canções de trabalho dos negros escravos.

Brass-bands - tradicionais bandas de Nova Orleans, que seguiam em carroças e animavam carnavais, casamentos e funerais.

Brown (James Brown) - músico americano considerado o “Papa” da música soul e “Avô” do gênero musical funky americano.

Disco - um gênero de música e de dança, que atingiu o sucesso em meados da década de 1970.

Freedom of Speech - liberdade de expressão.

Funk- gênero musical afro-americano, que surgiu nos idos de 1960.

Gospel- forma moderna do spiritual blues, canção religiosa dos afro-americanos.

Groove - forte batida, geralmente, executada por músicos baixistas ou sintetizadores.

Guerra Civil - conflito que ocorreu nos Estados Unidos da América de 1861 a 1865 e colocou o Sul e o Norte do país em lados antagônicos.

HelloDolly - musical da Broadway, que estreou em 1964, com a participação musical de Louis Armstrong.

Jazz - gênero musical afro-americano, criado nos fins do século XIX e início do século XX, em Nova Orleans.

Motown - é a gravadora americana, fundada em 12 de janeiro de 1959 por Berry Gordy Jr., na cidade de Detroit, mais importante para os artistas negros e seus gêneros musicais: blues, jazz, rhythm and blues, disco funky e pop.

Nova Orleans - cidade do estado da Louisiana, que revelou o jazz como gênero musical aos Estados Unidos.

Oito Batutas - Grupo instrumental criado em 1919 por Donga e Pixinguinha...que excursionou pela Europa nos idos dos anos de 1920 e entraram em contato com a música jazz dos músicos e instrumentistas afro-americanos dos Estados Unidos.

Pop – corruptela de popular, no contexto do enredo pop está correlacionado às inovações tecnológicas e à globalização da música dos Estados Unidos

Set - abreviação da palavra setting, as partes de um show.

Soprando o Vento - tradução do título da música Blowin’ In The Wind de Bob Dylan - músico-compositor e personagem importante para história e evolução da música dos Estados Unidos da América.

Soul - gênero musical afro-americano, surgido nos anos de 1960, sob o conceito de conscientização e orgulho da nação negra afro-americana.

Underground - termo usado para classificar uma cultura ou um gênero musical que foge dos padrões conhecidos pela sociedade.

Woodstock - um dos maiores festivais de rock, realizado em agosto de 1969, na cidade de Bethel, no estado americano Nova York.

Bibliografia consultada:

AUGUSTO, Pellegrini. Jazz das Raízes ao Pós-Bop; Códex, 2004.
BERENDT, Joachim-Ernst. O livro do Jazz: de Nova Orleans ao século XXI; tradução, Rainer Patriota: Perspectiva, 2014. BILLARD, François. No Mundo do Jazz; Companhia das Letras, 1990. CABRAL, Sérgio. Pixinguinha: vida e obra; 1977. COLLIER, James Lincoln. Louis Armstrong; tradução, Ibanez de Carvalho Filho: Globo, 1988.
FRIEDLANDER, Paul. Rock and Roll – uma história social; tradução, A. Costa: Record, 2006.
SABLOSKY, Irving L. A Música Norte-Americana; tradução, Clóvis Marques: Jorge Zahar, 1994.


 


Unidos da Tijuca`s history

Fundada em 31 de dezembro de 1931, é uma das escolas de samba mais antigas do Rio de Janeiro em atividade. A agremiação surgiu a partir da fusão de blocos existentes nos morros das redondezas do Morro do Borel (comunidades da Casa Branca, Formiga e Ilha dos Velhacos) no sub-bairro da Tijuca chamado Usina. Mas o Morro do Borel é seu maior reduto, local de onde sai boa parte de seus componentes. Entre seus fundadores estão Leandro Chagas, João de Almeida, Pacífico Vasconcelos, Tatão, Alfredo Gomes, Marina Silva, Orlando da Costa Godinho (sócio no. 7 e quem possuía o "livro de ouro" na Muda), Zeneida Oliveira e Regina Vasconcelos.
Em 1936, a escola foi a grande campeã do carnaval carioca, com o enredo Sonhos delirantes. Naquele desfile, realizado na Praça Onze, a Tijuca trouxe uma inovação, apresentando alegorias aludindo o enredo.
De 1960 a 1980, enfrentou um período muito difícil, desfilando no segundo grupo e sem conseguir subir. Neste período, somente uma vez chegou perto de voltar ao grupo das grandes. Em 1980, foi a campeã do Grupo 1B, voltando ao grupo principal do carnaval carioca.
O empresário português Fernando Horta assumiu a presidência em 1992 pela primeira vez. Sob sua gestão, uma nova quadra de ensaios foi inaugurada, no Santo Cristo, zona portuária.7 De acordo com Fernando Horta, essa foi uma medida para atrair recursos para a escola, que assim, poderia ajudar mais a comunidade. Alguns membros da comunidade, no entanto, reclamam da falta de presença da entidade em sua própria quadra, utilizada apenas, segundo estes, pela escola de samba mirim.
Em 1998, homenageou o navegador português Vasco da Gama, além do Clube de Regatas Vasco da Gama, que completava o seu centenário. Nesse ano, foi rebaixada. Mais de uma década depois, o presidente classificaria aquele como "o melhor desfile" e atribuiria o rebaixamento ao fato de os jurados serem flamenguistas e anti-Eurico Miranda.Em 1999, no Grupo de Acesso, a Tijuca fez um desfile memorável, com o enredo O Dono da Terra do carnavalesco Oswaldo, recebendo todas as notas "10", com um belo carnaval e um samba considerado por muitos especialistas como "antológico", sendo reconduzida ao Grupo Especial.
Em 2000, no carnaval comemorativo dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, apresentou o enredo Terra dos papagaios… Navegar foi preciso!. Nesta ocasião, após polêmica devido ao uso da imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança e uma cruz, o carnavalesco Chico Spinoza chegou a ser detido e o painel apreendido. O delegado responsável pela operação chegou a dizer que a escola já teria, com isso, alcançado seus minutos de fama, já que possivelmente obteria uma má colocação. No entanto, o quinto lugar obtido foi o melhor resultado em quase 50 anos. No ano seguinte, cantou a vida e obra de Nélson Rodrigues, mas não obteve o sucesso do ano anterior.
Em 2002, contou a história da Língua Portuguesa, homenageando os países da CPLP. A escola teve problemas com a última alegoria, que a fez terminar o desfile acima do tempo regulamentar e, com isto, ser punida com 0,2 na apuração, terminando em nono lugar. O ano de 2003, abordou como tema de seu desfile os Agudás, povo africano formado por ex-escravos brasileiros que foram para a África. Um desfile também problemático em diversos quesitos, obteve novamente a nova colocação.
Com a chegada de Paulo Barros, em 2004, a Tijuca surpreendeu e conquistou o vice-campeonato, através de um enredo que falava dos avanços da Ciência, tendo revolucionado a estética dos desfiles ao apresentar alegorias humanas. A Revista Nature destacou a alegoria, cuja atração era a presença de 133 bailarinos, que através dos seus movimentos, formavam uma espiral, representando o DNA. Na opinião do então prefeito César Maia, o carro alegórico foi o mais marcante do ano.
Em 2005, foi novamente vice-campeã, com um enredo que falava de cidades e reinos do imaginário humano dessa vez ficando a apenas um décimo da campeã Beija-Flor, tendo sido a favorita do público e vencedora do Estandarte de Ouro de melhor escola.
Em 2006, a escola do Morro do Borel entrou como favorita no Sambódromo onde realizou um desfile vibrante. O enredo abordava o som, e segundo o carnavalesco, seu desafio seria transformá-l em imagem. O desfile transcorreu perfeitamente, e a escola ganhou, mais uma vez, o Estandarte de Ouro de melhor escola, porém amargou a sexta colocação. Após o carnaval, Paulo Barros transferiu-se para a Viradouro, sendo substituído pela dupla Lane Santana e Luiz Carlos Bruno
Em 2007, a Tijuca manteve o estilo de Paulo Barros desfilando com o enredo De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida, que falou sobre a fotografia, conquistando a quarta colocação, ainda à frente do Viradouro. No carnaval de 2008, a azul e ouro da Tijuca falou sobre os diferentes tipos de coleções

Alegoria, no desfile de 2009.
No ano seguinte, saindo da linha sobre temas abstratos, apresentou o enredo Uma odisseia sobre o espaço, de autoria de Luiz Carlos Bruno, texto de João Pedro Roriz e samba-enredo de Julio Alves e Totonho , obtendo a 9º colocação. O presidente, naquele ano, reclamou, após o resultado, que a Beija-Flor, ao desfilar antes da Tijuca com um enredo que abordava o banho, espalhou água pela pista, o que teria prejudicado a apresentação dos segmentos, especialmente, do casal de mestre-sala e porta-bandeira
Com o enredo É segredo!23 e a volta do carnavalesco Paulo Barros no carnaval 2010, a escola quebra o jejum de 74 anos sem o título do Grupo Especial e se torna a campeã do carnaval carioca pela segunda vez , levando ainda o Estandarte de Ouro de melhor escola. O maior destaque do desfile foi a comissão de frente, que agradou ao público e fez shows em vários eventos no Brasil .
Para o carnaval de 2011 a escola abordou o medo presente nos filmes com o enredo Esta noite levarei sua alma. Novamente veio na condição de favorita ao título. Na avenida fez um desfile considerado pela crítica como impecável , com a notória criatividade do carnavalesco Paulo Barros, arrancando gritos de "É campeã!" do público presente . Acabou ficando com o vice-campeonato.

Uma das alas no desfile campeão de 2012.
Para o carnaval 2012, num desfile correto e pela primeira vez com um tema mais tradicional, Paulo Barros conquistou o título para a escola ao homenagear Luiz Gonzaga, o "rei do baião" .
Naquele ano, foi a primeira vez desde 2006 que os compositores Júlio Alves e Totonho não venceram a disputa de samba-enredo interna da escola, vencida pela parceria do compositor Josemar Manfredini .
Em 2013, a escola apresentou um enredo sobre a Alemanha, devido às comemorações do [[ano da Alemanha no Brasil. Como umas das grandes favoritas ao título, fez um desfile leve, com alegorias de bom gosto, mas obteve um modesto terceiro lugar. Alguns creditam a colocação ao fato de, ao longo de todo o desfile, a escola ter apresentado problemas com o abre-alas, que teve que ser serrado ao final do desfile para poder sair na dispersão. Também houve problemas com o carro da Floresta Encantada, com incêndio e pessoas que desmaiaram .
No ano em que completará duas décadas da morte de Ayrton Senna, a escola levou o tricampeão mundial de Fórmula 1 de volta às pistas . O piloto foi tema do enredo "Acelera, Tijuca!", em 2014, na Marquês de Sapucaí. Além de reverenciar Senna, o carnavalesco Paulo Barros mostrou o universo da velocidade e do automobilismo. Fã de Ayrton, o presidente da agremiação, Fernando Horta, revelou que a família de Senna abraçou a ideia e estará diretamente envolvida na pesquisa e no desenvolvimento do enredo. Também durante esse ano, a escola trouxe da campeã de 2013, a Vila Isabel: o intérprete Tinga e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Ruth . E com o enredo "Acelera,Tijuca!", homenageando Ayrton Senna, sagrou-se tetracampeã no grupo especial, a um décimo da vice-líder Salgueiro.

Depois do carnaval, Paulo Barros novamente deixou a agremiação, indo dessa vez para a Mocidade de Padre Miguel.Por conta disso, a escola optou pela equipe que atuava há bastante tempo na agremiação, como: Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim que se juntaram ao experiente carnavalesco Mauro Quintaes e Carlos Carvalho, formando assim a Comissão de Carnaval, já tendo como enredo "Um conto marcado no tempo - O olhar suíço de Clóvis Bornay" que fala sobre a Suíça tendo como plano de fundo o ex-carnavalesco Clóvis Bornay, que era filho de pai suiço. Ficando em 4°

Rio Carnival 2017
Samba Schools &
Samba Songs

Find here all Rio Samba School details with the latest samba songs and 2017 parading themes.

You will be able to listen to the 2017 samba songs on your own Rio Carnival Page as soon as they are released.

All samba school songs
info about the schools
all about 2017 rio carnival

Rio Carnival Samba School Photos

Titles of the School

YAER PLACE
1932 3rd place
1933 3rd place
1934 2nd place
1935 5th place
1936 Winner
1937 2nd place
1938 --------------
1939 6th place
1940 ---------------
1941 ---------------
1942 15th place
1943 ---------------
1944 ---------------
1945 ---------------
1946 7th place
1947 8th place
1948 2nd place
1949 6th place
1950 3rd place
1951 6th place
1952 ---------------
1953 5th place
1954 11th place
1955 11th place
1956 6th place
1957 11th place
1958 11th place
1959 16th place
1960 8th place
1961 7th place
1962 7th place
1963 8th place
1964 4th place
1965 5th place
1966 11th place
1967 ----------------
1968 3rd place
1969 8th place
1970 12th place
1971 10th place
1972 10th place
1973 8th place
1974 15th place
1975 6th place
1976 4th place
1977 9th place
1978 15th place
1979 3rd place
1980 Winner
1981 8th place
1982 9th place
1983 10th place
1984 7th place
1985 2nd place
1986 15th place
1987 Winner
1988 11th place
1989 8th place
1990 9th place
1991 8th place
1992 8th place
1993 12th place
1994 14th place
1995 12th place
1996 14th place
1997 11th place
1998 13th place
1999 Winner
2000 5th place
2001 9th place
2002 10th place
2003 9th place
2004 2nd place
2005 2nd place
2006 6th place
2007 4th place
2008 5th place
2009 9th place
2010 Winner
2011 2nd place
2012 Winner
2013 3rd place
2014 Winner
2015 4th place
2017