Rio Carnival
Rio Carnival
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Enredo 2022

  • Carnavalesco: Leandro Vieira
  • Diretor de Carnaval: Wagner Tavares de Araújo e Marcos Aurélio Fernandes
  • Diretor de Harmonia:
  • Intérprete: Arthur Franco
  • Mestre de Bateria: Lolo
  • Rainha de Bateria: Iza
  • Mestre-Sala: Thiaguinho Mendonça
  • Porta-Bandeira: Rafaela Teodoro
  • Comissão de Frente: Hélio Bejani e Beth Bejani
  • Desfile de 2022
  • Posição de desfile: 

Sinopse – RESUMO

“La la la la lauê

Fala Martim Cererê!

Vem cá, Brasil,

Deixa eu ler a sua mão, menino,

Que grande destino reservaram pra você”.
A música tocava todos os dias na novela de Dias Gomes, uma adaptação de Romeu e Julieta passada num subúrbio do Rio. Não sei quem era Montechio ou Capuleto – mas a música nos levava ao subúrbio, a uma escola de samba. Foi Fernando Pamplona que sugeriu a Dias Gomes, autor da novela, que tomasse a pequena e desconhecida escola de samba de Ramos como sede de sua locação. Ficou conhecida a escola, seu compositor Zé Catimba e o magnífico samba, cujos versos previam um futuro grandioso para um menino que ainda jovem entrou para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Seu nome era Arlindo Rodrigues.

Lá conheceu Fernando Pamplona no setor de Cenografia e Montagens. Aprendeu rapidamente e logo se tornou um colaborador nas invencionices do amigo Fernando. Foi assim que entrou em contato com a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Para lá foi Fernando, para lá foi Arlindo. E juntos fizeram os desfiles tomarem outros rumos – “que grande destino reservaram pra você…” Adicionaram elementos de espetáculos teatrais – como colocar fantasia na bateria – uma inovação –, utilizar proporções grandiosas para os trajes, bordar em grandes espaços, dando visibilidade aos desenhos, e a utilizar de materiais inusitados como os espelhos, que foram substituir as luzinhas, tão em voga na época embora ineficientes.

Os temas eram absolutamente inéditos, criando uma nova vertente para enredos cujas histórias não constavam dos livros escolares, como a de Zumbi dos Palmares, de Chica da Silva e de tantos outros, dando ênfase a assuntos ligados a negritude. Muitos desses enredos acabaram virando filmes, dado o sucesso que alcançaram. Um dia, Arlindo resolveu mudar de ares e de escola de samba, e foi para a Mocidade Independente de Padre Miguel. Deu Arlindo na cabeça! O enredo Descobrimento do Brasil conseguiu desbancar as outras concorrentes, deixando até mesmo o Salgueiro de seu amigo Pamplona para trás.

Títulos da Escola

2001

Campeã

2000

Campeã

1999

Campeã

1995

Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 06/03/1959
  • Cores: Verde, Branco e Ouro
  • Presidente: Luiz Pacheco Drumond
  • Presidente de Honra: Luiz Pacheco Drumond
  • Quadra: Rua Prof. Lacê, 235 – Ramos – Rio de Janeiro – RJ – CEP. 21060-120
  • Ensaios: ?????????
  • Barracão: Cidade do Samba (Barracão nº 14) – Rua Rivadávia Correa, nº 60 – Gamboa – CEP: 20.220-290
  • Web site: www.imperatrizleopoldinense.com.br
  • Imprensa: ?????????

A História da Imperatriz

Nos anos 50, a cidade de Duque de Caxias teve uma participação efetiva no carnaval carioca, com a escola de samba Cartolinhas de Caxias. Esta agremiação participou do grupo de elite das escolas cariocas três vezes (1951, 1958 e 1959), participando posteriormente, com frequência, dos grupos intermediários e sendo respeitada pelo mundo do samba. O último desfile da Cartolinhas foi em 1971, quando com o intuito de fundar uma grande agremiação que representasse dignamente o município, os dirigentes das escolas União do Centenário, Cartolinhas de Caxias, Capricho do Centenário e Unidos da Vila São Luís unem-se e de sua fusão é fundada a GRES Grande Rio em 10 de maio de 1971.

Em 1988, um grupo de sambistas de Duque de Caxias reuniu-se para criar uma nova agremiação para o município. Para filiar-se à AESCRJ, à época, era preciso que a agremiação já fosse um bloco carnavalesco.Por isso, a nova escola utilizou a estrutura jurídica do bloco de enredo Unidos do Lambe Copo, situado na Prainha, em Caxias, e que havia competido pela Federação dos Blocos, pela última vez, em 1979, sendo campeão do Grupo 8.[8] Milton Abreu do Nascimento, conhecido como Milton Perácio, foi eleito o primeiro presidente, e decidiu convidar Antonio Jayder Soares da Silva para ser o presidente de honra e o então deputado Messias Soares para ser o patrono.

A Acadêmicos de Duque de Caxias foi oficialmente fundada em 22 de março de 1988, porém como forma de evitar que a nova escola precisasse começar na quinta divisão, finalmente, em 22 de setembro do mesmo ano, após muitas reuniões entre os membros das duas diretorias, a Acadêmicos de Caxias e a Grande Rio se fundiram, dando origem à atual G.R.E.S Acadêmicos do Grande Rio, cujo símbolo se compõe de uma coroa encimando um escudo dividido ao meio, aonde estão sobre um fundo vermelho um tambor com suas baquetas cruzadas e do outro lado, sobre um fundo verde a Reduc (Refinaria Duque de Caxias), e logo abaixo do mesmo há uma fita branca aonde se lê o nome da agremiação.