Beija-Flor - Escola de Samba - Samba Enredo English

Beija Flor Samba School flag

Ouça aqui o Samba Enredo da Beija-flor apenas clicando no botão do player ao lado.

 

GRES Beija-Flor de Nilópolis

FICHA TÉCNICA

Fundação: 25/12/1948

Cores: Azul e Branco

Presidente de Honra: Aniz Abrahão David & Laíla

Presidente: Farid Abrahão David

Quadra: Rua Pracinha Wallace Paes Leme

Ensaios: As quintas-feiras, a partir de 21h


Barracão: Cidade do Samba
(Barracão nº 11)

Imprensa:
Natália Louise


Beija-Flor 2017

Veja o horário do Desfile

Enredo: "A Virgem dos Lábios de Mel – Iracema"

Carnavalescos: André Cezari, Fran-Sérgio, Ubiratan Silva, Vítor Santos e Bianca Behrends

Diretor de Carnaval: Laíla

Intérprete: Neguinho da Beija-Flor

Mestres de Bateria: Plínio e Rodney

Rainha de Bateria: Rayssa Oliveira

Mestre-Sala: Claudinho

Porta-Bandeira: Selmynha Sorriso

Comissão de Frente:
Marcelo Misailidis

Desfile de 2017

Posição de desfile: Sexta escola a desfilar no dia 26/02/2017


 


Beija-Flor

Samba Enredo: "A Virgem dos Lábios de Mel – Iracema"

Autores: Claudemir, Maurição, Ronaldo Barcellos, Bruno Ribas, Fábio Alemão, Wilson Tatá, Alan Vinicius e Betinho Santos

Intérprete: Luiz Antônio Feliciano Marconde (Neguinho da Beija-Flor)

Samba Enredo 2017


ARA QUEM BATEU NO CHÃO
A ALDEIA TODA ESTREMECEU
O ÓDIO DE IRAPUÃ
QUANDO A VIRGEM DE TUPÃ SE ENCANTOU COM O EUROPEU
NESSA CASA DE CABLOCO HOJE É DIA DE AJUCÁ
DUAS TRIBOS EM CONFLITO
DE UM ROMANCE TÃO BONITO COMEÇOU MEU CEARÁ

PEGA NO AMERÊ, ARETÉ, ANAMA
PEGA NO AMERÊ, ARETÉ, ANAMA

BEM NO CORAÇÃO DESSA NOSSA TERRA
A MENINA MOÇA E O HOMEM DE GUERRA
ELE SENTE A FLECHA, ELA ACERTA O ALVO
ÍNDIA NA FLORESTA, BRANCO APAIXONADO
VEM PRA MINHA ALDEIA, BEIJA-FLOR
TABAJARA, PITIGUARA BATE FORTE O TAMBOR
UM CHAMADO DE GUERRA, MINHA TRIBO CHEGOU
RECLAMANDO A PUREZA DA PELE VERMELHA
NO VENTRE BATE O CORAÇÃO DE MOACIR
O MILAGRE DA VIDA, ME FAZ UM MAMELUCO NA SAPUCAÍ
OH LINDA IRACEMA MORREU DE SAUDADE
MULHER BRASILEIRA DE TANTA CORAGEM
UM RAIO DE SOL A LUZ DO MEU DIA
ILUMINADA NESSA MINHA FANTASIA

A JANDAIA CANTOU NO ALTO DA PALMEIRA
NO NOME DE IRACEMA
LÁBIO DE MEL, RISO MAIS DOCE QUE O JATI
LINDA DEMAIS CUNHÃ-PORÃ ITEREI
VOU CANTAR JUREME, JUREME, JUREME
VOU CANTAR JUREMA, JUREMA
UMA HISTÓRIA DE AMOR, MEU AMOR
É O CARNAVAL DA BEIJA-FLOR

A NOSSA VOZ VAI ECOAR… PRESERVAR!


Enredo de 2017

"A Virgem dos Lábios de Mel – Iracema"

Introdução

O projeto carnavalesco inspirado na obra que descreve o encontro entre o português Martin Soares Moreno, e a Virgem dos Lábios de Mel, a índia da tribo Tabajara, de nome Iracema, tem o Ceará como palco principal, e como cenário, a natureza exuberante deste lugar paradisíaco, de verdes matas, onde cantam jandaias nas frontes de carnaúba.

Índia morena, serena, bela como uma flor, és tu, Ó formosa Iracema! Sua pureza provoca encantamento e seduz ao mesmo tempo.

E foi essa magia, soprada pelo vento, que deixou Martin Soares Moreno sem alento...

Ela, de pele morena. Ele, Moreno no nome...

E esse encontro amoroso entre duas civilizações distintas, é bem mais salutar que um romance literário e nacionalista, onde suscintamente, Iracema representa a cultura brasileira, e Martin Soares, o branco europeu.

Narrativa repleta de detalhes, pontua magistralmente a história do Ceará, o nascimento de um fruto miscigenado, possivelmente o primeiro mameluco nato, e entrelaça, de modo singular, a história do nosso imenso Brasil plural e a Lenda do Ceará.

JUSTIFICATIVA

Somos todos indígenas!!! Nós somos, terminantemente, um país indígena, e ainda assim, a história dos índios no Brasil – os legítimos donos da terra – quase não tem registros; o nosso legado é, bem dizer, preservado quase que integralmente através da história oral.

Iracema (que em Tupi significa “Lábios de Mel”), é a Lenda do Ceará; tornou-se símbolo do Estado. Em uma mesma história, uma narrativa visceral, que agrega romance, paixão, documentário, suspense, ficção, guerra, alucinação, abstração. O romance nacionalista indianista – que é um clássico da literatura brasileira – é a fonte de inspiração para o nosso projeto carnavalesco, intitulado “A Virgem dos Lábios de Mel – Iracema”.

Trata-se de uma história de amor. Uma linda história de amor!!! E também, uma história do Brasil. Do nosso Brasil brasileiro; o surgimento do primeiro mameluco, caboclo brejeiro, contado, magistralmente por José de Alencar. A obra traduz a memória afetiva do autor, e a saudade latente de sua terra natal e suas origens, daí ser tudo muito vivo, muito colorido, primorosamente detalhado.

A história de amor de uma vestal indígena, dotada de pureza, limpidez e castidade, fonte de mel consagrada à Tupã, que se apaixona incondicionalmente por um guerreiro estrangeiro. Um relato sobre o encontro de duas raças, e o fruto dessa paixão, que resulta no nascimento do primeiro brasileiro mestiço, um legítimo filho do Ceará.

Aceitamos o desafio de, com originalidade, transmutar letras em fantasias, poesia em alegorias, livro em carnaval. Transformar uma história, em espetáculo nacional, uma autêntica ópera popular indianista à céu aberto. Esse é o compromisso assumido ao conceber e desenvolver “A Virgem dos Lábios de Mel – Iracema”.

E parafraseando Friedrich Nietzsche, que afirmava que “a arte existe para que a realidade não nos destrua”, é com muita felicidade que abraçamos Iracema. Uma obra que é um marco na descoberta de nossa identidade nacional. É uma narrativa que solidifica o mito da fundação da identidade brasileira. E, por isso mesmo, merece ser, sempre que possível, revisto, revisitado, repaginado, divulgado, sentido, absorvido. Iracema é, e sempre será, a Lenda do Ceará!

SINOPSE

Poema em prosa.

Romance, poesia, heroísmo, lirismo, história.

Vestal consagrada à luz de Tupã – o Deus Criador, Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel, inocente criatura, cujo o sorriso era mais doce que o favo da jati, nasceu no paraíso intocado, berço da terra selvagem.

Filha da floresta, mais rápida que a ema silvestre, cujos cabelos eram mais negros que as asas da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira, a sacerdotisa é símbolo da mais cândida pureza.

Em meio ao verde das matas, à natureza exuberante, sob a luz das estrelas, no meio do caminho, o esplendor do encontro da natureza com a civilização – Iracema e Martim, a flor e o espinho.

Iracema... Menina mulher, sinuosa e faceira; é ela quem atira a flecha certeira. Em seu semblante resplandece a face de uma típica nativa da América*. Bela tal qual uma pintura, ainda casta e pura, revela quase ingênua sensualidade desnuda, desenhada nas curvas perfeitas de seus seios e quadris.

A joia do Senhor das Aldeias, guardiã do segredo da Jurema, se resguarda, se preserva, se mantém intacta, até encontrar o mais sublime amor. Então, apaixonada, enfim, se entrega. Entoam acordes dissonantes, explode a paixão pulsante. Mas registre-se: não se trata só do prazer da carne, é um momento mágico, ansiado, aguardado, desejado. Uma questão de se perder para se encontrar...

Então, o fogo do entusiasmo acende um interesse vivo, a vontade de realizar, o ardor do querer, satisfazer de prazer. Duas raças se unem. Ele, o lenço; ela, o vento. Sedução, ternura, encanto. O despertar de ardentes desejos viris... O sangue correndo nas veias revela fertilidade. De dois, faz-se um só ser.

Tabajaras, Pitiguaras, europeus. Lanças, lástima, conflito e batalha. Pele branca e pele vermelha; terra branca, sangue vermelho... Uma mistura de tons e sons, do mel e do fel.

Essa ópera indianista de rara beleza, que se desenrola num cenário multicor, revela a semente fecunda, o milagre da vida, o nascimento de Moacir, o primeiro brasileiro mestiço.

Iracema não resiste... Mas nada de tristeza, Iracema persiste!!! Existe em cada pedacinho de terra, e nas veias de cada filho desse chão. É a história viva, signo de um povo! O Ceará sempre será Iracema!!!

E nós, somos uma legião de guerreiros da tribo Beija-Flor!!! Temos uma fé inabalável, e cremos na força de Tupã!!! Respeitamos a magia do som do trovão, o rufar dos tambores, e a marcação dos passos no chão, em perfeita sincronia, legado deixado pelos nossos ancestrais, valentes e legítimos donos da terra. Tal qual um exército defendendo o pavilhão azul e branco, iremos saudar Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel, a Lenda do Ceará!!!

(*) Iracema é um anagrama de América.

 

 


A História da Beija-Flor

A Beija-Flor foi formada por um bloco carnavalesco, de Nilópolis, no dia 25 de Dezembro de 1948, por um grupo formado por Marte F, Milton de Oliveira (Negão da Cuíca), Edson Vieira Rodrigues (Edinho do Ferro Velho), Helles Ferreira da Silva, Mário Silva, Walter da Silva, Hamilton Floriano e José Fernandes da Silva.

Mas foi a mãe de Negão da Cuíca, Dona Eulália, que sugeriu o nome da agremiação, o que lhe valeu o direito de ser admitida como fundadora. O nome foi inspirado no Rancho Beija-Flor, que existia na cidade de Valença, na região serrana  do Rio.

Somente em 1953, o bloco, que virou um vitorioso no bairro, se transformou em escola de samba, fazendo o seu primeiro desfile oficial em 1954 pelo, Segundo o Grupo quando obteve a primeira colocação. Vice-campeã do segundo grupo novamente em 1962, foi novamente rebaixada após o décimo e último lugar de 1963. Em 1964, amargou novo rebaixamento, indo parar na terceira divisão do carnaval.

Após vários anos pelas divisões inferiores, apenas em 1973, quando apresentou um enredo sobre a educação, conquistou o vice-campeonato do segundo grupo, conquistando novamente o acesso à divisão principal.

A história da agremiação, pode ser dividida em duas partes: antes e depois de Joãozinho Trinta, que assumiu o cargo de diretor em 1976, com um enredo em homenagem ao jogo do bicho. Os desfiles assinados são considerados pela maior parte da crítica como antológicos, pois mesmo quando não vencia, provocava admiração nos espectadores.

Foi o que aconteceu em 1989 quando a escola, conhecida pelo luxo de suas alas e alegorias, surpreendeu o público com o enredo "Ratos e urubus, larguem a minha fantasia" levando para o Sambódromo, carros e alas repletos de lixo, além de uma réplica do Cristo Redentor mendigo.

Após uma ação judicial proposta pela Igreja Católica , a imagem foi proibida pela Justiça, e a alegoria passou pelo desfile coberta por um plástico, a frente do qual se podia ler "mesmo proibido, olhai por nós". Mesmo com isso no meio do desfile das campeãs daquele ano integrantes da escola arrancaram o plástico que cobria o cristo, levando o público ao delírio e a Platéia a aplaudir. Naquele ano a Beija-Flor ficou com o segundo lugar, mas Joãozinho foi considerado por algumas pessoas o campeão moral do desfile.

No carnaval de 1992, um casal desfilou completamente desnudo. Joãozinho Trinta foi levado a Delegacia de Policia, onde alegou que era uma homenagem a obra de Leonardo Vinci.

Após a saída do carnavalesco, após o carnaval de 1992, a escola colocou no posto Maria Augusta (1993) e o jovem Milton Cunha (1994-1997).

Com a criação de uma comissão de carnaval, em 1998, a escola voltou a vencer um campeonato, empatada com a Mangueira.

Quadra da Beija-Flor durante a final do concurso de Samba-enredo para 2011.

Durante os 2000 a escola se manteve sempre nas primeiras colocações, sendo que no período 2003/2005 conquistou seu segundo tri campeonato. Em 2007, voltou a ganhar, dessa vez com uma diferença considerável em relação à segunda colocada . Meses após o Carnaval, a Polícia Federal, durante a Operação Hurricane, prendeu, entre outros bicheiros envolvidos com escolas de samba e a LIESA, o patrono a escola, Anísio Abraão David, e apreendeu uma volumosa quantia de dinheiro, que segundo o delegado responsável pela operação, seria para comprar os jurados do desfile e assim garantir a conquista do título para a Beija-Flor . Após isto, instalou-se uma CPI na Câmara Municipal da cidade do Rio de Janeiro, que não comprovou nenhuma fraude, já que os kits alegados eram para tão-somente os mapas de votação e o delegado que afirmou tal fraude se recusou a comparecer para testemunhar na CPI, assim como a investigação da Polícia Federal nunca comprovou tais acusações.

Ainda em 2003, surgiu como revelação a passista mirim Raíssa de Oliveira, que tornou-se conhecida por tornar-se rainha de bateria com apenas 12 anos e por sua efetividade num posto altamente rotativo.

Em 2008, a comissão de carnaval escolheu o enredo "Macapába: Equinócio Solar, viagem fantástica ao meio do mundo" e conquistou o bicampeonato e o seu 11º título.

No ano seguinte, o tema escolhido foi "No chuveiro da alegria, quem banha o corpo lava a alma na folia", que falava sobre o hábito de se banhar, e os diversos tipos de banho . Houve naquele ano uma pequena mudança no estilo do samba-enredo escolhido. Aquele carnaval também ficou marcado por ter sido realizado em plena passarela, pouco antes do desfile, o casamento do intérprete Neguinho da Beija Flor, que naquele ano se recuperava de um câncer. A cerimônia teve sua parte final transmitida ao vivo pela Rede Globo, sendo que Luiz Inácio Lula da Silva, que esteve presente nos camarotes do Carnaval, foi padrinho do casamento de Neguinho. Naquele ano, a escola conquistou um vice-campeonato, perdendo o título para o Salgueiro. 

Em 2010, a Beija-Flor trouxe para a Marquês uma homenagem aos 50 anos de Brasília, sendo considerado um enredo bastante polêmico, e que acabou sendo ofuscado pelos escândalo político que estavam acontecendo no Distrito Federal, durante o ano de 2009 e o inicio de 2010. 

Para 2011, o tema escolhido para o carnaval foi uma homenagem ao cantor Roberto Carlos , que se declarara torcedor da agremiação, e no passado já participara de alguns eventos em conjunto com integrantes da escola: Neguinho da Beija-Flor, em julho de 2009, no show carioca da turnê Roberto Carlos - 50 Anos de Música, o próprio Roberto esteve presente no casamento de Neguinho e integrantes da agremiação participaram de shows realizados em cruzeiros onde o cantor também se apresentou. Boatos chegaram a ser divulgados na imprensa sobre um suposto relacionamento entre Roberto e a rainha de bateria Raíssa de Oliveira . No concurso de samba enredo, após a inscrição de dezenas de parcerias, recebeu destaque o samba enredo composto por Erasmo Carmo, Eduardo Lages e Paulo Sérgio Valle, que ficou entre os oito, mas acabou sendo eliminado da disputa. Confirmando o favoritismo, o samba de Samir Trindade (nº 39) derrotou as parcerias de nº 35 (Tom Tom, Miguel Menezes, Gelson, Barbosão e Diogo Rosa) e 77 (Marcelo Guimarães, Ribeirinho, Paulo Lopitas, Almir da Ilha, Milton Tubarão e Veni Vieira). Sagrou-se campeã de 2011. Devido a desentendimentos, Alexandre Louzada após os carnaval .

Integrantes da escola no palco, após a escolha do samba 39, para o Carnaval 2011

Para 2012 com a inclusão de André Cezar, junto com Laíla, Fran-Sérgio, Ubiratan Silva e Victor Santos, a Beija-Flor homenageou os 400 anos da cidade de São Luís do Maranhão. Além disso trouxe Fábio de Mello como coreógrafo da comissão de frente .

Fora do carnaval, ainda em 2011, a escola sediou um evento de MMA denominado Beija-Flor Fight Combat, onde contou com lutadores da Região Metropolitana, em evento que lotou sua quadra, em 2011.

Em 2013, a escola contou a história do cavalo, com patrocínio da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Manga-larga Marchador .Com o vice-campeonato, garantiu sua vaga no desfile das campeãs, do qual participava desde 1993.

O presidente de honra da agremiação manifestou desejo de ter Boni como enredo de 2014 e o próprio disse que aceitaria a homenagem. O enredo foi confirmado após o desfile das campeãs.

Para o carnaval de 2014 a escola escolheu o samba enredo da parceria de Sidney de Pilares, JR Beija-Flor, Junior Trindade, Adilson Brandão, Zé Carlos e Diogo Rosa. sendo este eleito por internautas do site SRZD, como o melhor desse ano . Além de mais uma vez trazer uma inovação para Marques de Sapucaí em 2014 que será a interação entre o 1º Casal de MS e PB e a comissão de frente, gerando uma maior expectativa para o desfile ; porém, as notas que a escola recebeu, foram, em sua maioria, baixas, chegando a ganhar 9,5 (em uma escala de 9,0 a 10) no quesito samba-enredo e outro em comissão de frente. No resultado final, a escola ficou em sétimo lugar, fora dos desfiles das campeãs, sendo o seu pior resultado desde 1992.

Em 2015, a Beija-Flor levou para a Sapucaí o enredo "Um griô conta a história: Um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade", que abordou a cultura e história da Guiné Equatorial. O samba escolhido foi o de número 13, parceria de J.Velloso, Samir Trindade, Jr Beija Flor, Marquinhos Beija Flor, Gilberto Oliveira, Élson Ramires, Dílson Marimba e Silvio Roma. A escola foi a terceira a desfilar na segunda-feira de carnaval. Venceu o campeonato com um total de 269,9 pontos de 270 possíveis (contando descartes).

Em 2017, a azul e branca de Nilópolis tenta o bicampeonato levando pra Avenida a história de vida de Cândido José de Araújo Viana, o Marquês de Sapucaí. O enredo e a sinopse foram divulgados no dia 8 de junho de 2015, no barracão da escola na Cidade do Samba.

 

Os Títulos da Escola

ANO COLOCAÇÃO
1954 Campeã
1955 6° lugar
1956 12° lugar
1957 10° lugar
1958 10° lugar
1959 9° lugar
1960 10° lugar
1961 8° lugar
1962 Vice-Campeã
1963 10° lugar
1964 12° lugar
1965 3° lugar
1966 3° lugar
1967 Vice-Campeã
1968 9° lugar
1969 10° lugar
1970 6° lugar
1971 7° lugar
1972 6° lugar
1973 Vice-Campeã
1974 7° lugar
1975 7° lugar
1976 Campeã
1977 Campeã
1978 Campeã
1979 Vice-Campeã
1980 Campeã
1981 Vice-Campeã
1982 6° lugar
1983 Campeã
1984 3° lugar
1985 Vice-Campã
1986 Vice-Campeã
1987 4° lugar
1988 3° lugar
1989 Vice-Campeã
1990 Vice-Campeã
1991 4° lugar
1992 7° lugar
1993 3° lugar
1994 5° lugar
1995 3° lugar
1996 3° lugar
1997 4° lugar
1998 Campeã
1999 Vice-Campeã
2000 Vice-Campeã
2001 Vice-campeã
2002 Vice-Campeã
2003 Campeã
2004 Campeã
2005 Campeã
2006 5° lugar
2007 Campeã
2008 Campeã
2009 Vice-Campeã
2010 3° lugar
2011 Campeã
2012 4° lugar
2013 Vice-Campeã
2014 7° lugar
2015 Campeã
2016