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União da Ilha do Governador

Bandeira - União da Ilha Escola de Samba

"Brasil bom de boca"

Samba Enredo de 2018

Compositores: Ginho, Marcelão da Ilha, Flavinho Queiroga, Júnior, Thiago Caldas, John Bahiense, André de Souza e Prof. Hugo
Intérprete: Ito Melodia 

Letra do Samba 
PÕE LENHA NO FOGÃO
O AROMA ESTA NO AR
EXALA A NOSSA POESIA!
CARAVELAS A BAILAR NO MAR 
CHEGAM PRA MISCIGENAR ESSA FOLIA 
EITA TEMPERO BOM! EU QUERO PROVAR! 
DERRAMA O CALDO DE LÁ NOS FRUTOS DE CÁ 
EITA TEMPERO BOM! EU QUERO PROVAR! 
NAS TERRAS TUPINIQUINS E O QUE SE PLANTA DÁ 
E TUPÃ ABENÇOOU ESSE SABOR DA ALDEIA 
INCENDEIA, AGUÇA O PALADAR 
MERGULHEI NO GOSTO QUE MAREIA 
RIQUEZA MILENAR 

FOGO ACESO NO TERREIRO DAS YABAS (Ô, Ô) 
NA MISTURA, A HERANÇA DOS MEUS ANCESTRAIS 
BOTA ÁGUA NO FEIJÃO QUE O SAMBA ESQUENTOU... 
(Ó,Ô,Ô,Ô) NA BATIDA DO TAMBOR 

E NA FARTURA DO MEU TABULEIRO 
O GRÃO É VIDA E MOSTRA O SEU VALOR 
SINTO O CHEIRO DE CRAVO E CANELA 
VÓ QUITUTEIRA MEXENDO A PANELA 
DA NOSSA TERRA UM GOSTINHO SEM IGUAL 
PRO SEU PRAZER DOCE CACAU 
ILHA... PREPARA A MESA, NO BAR FAZ A FESTA, 
SERVIMOS UM BANQUETE À FANTASIA 
UMA RECEITA IMPOSSÍVEL DE ESQUECER 
DUAS PITADAS DE AMOR, EU E VOCÊ, 
JUNTANDO A FOME COM A VONTADE DE VENCER! 

VEM PROVAR O SABOR DESSE MEU CARNAVAL 
EU SOU A ILHA, SOU O PRATO PRINCIPAL 
VOU DEIXAR ÁGUA NO BOCA 
PROVOCAR UMA VONTADE LOUCA!


Desfile 2018




Enredo 2018

  • Carnavalesco: Severo Luzardo 
  • Diretor de Carnaval: Wilsinho Alves
  • Diretor de HarmoniaValber Frutuoso
  • Intérprete: Ito Melodia
  • Mestre de Bateria: Ciça
  • Rainha de Bateria: Gracyanne Barbosa
  • Mestre-Sala: Phelipe Lemos
  • Porta-Bandeira: Dandara
  • Comissão de Frente: Márcio Moura
  • Desfile de 2018
  • Posição de desfile: 3° escola a desfilar na segunda-feira (12/02/2018)

"Brasil bom de boca"

Sinopse - RESUMO

A Ilha (delícia) te convida pra  salivar e comer com os olhos:

é o samba com molho!

Desfilamos um Brasil temperado, 

que entornou o caldo da miscigenação.

São iguarias da brasilidade.

Todos à mesa na Avenida,

a refeição será servida:

Carnaval quitute pra empanturrar,

ponto de prova da suculenta mistura.

Metam a colher na culinária que só tem aqui,

e tem pra todo gosto-

são cores, sonhos, aromas, irmandades, texturas,

ingredientes e temperos,

para estimular qualquer papila foliã. 

Ingredientes: Nós e vocês bem misturados

Modo de Fazer: Mexa, remexa... e aqueça em fogo alto insulano

JUSTIFICATIVA DO ENREDO

Tida como uma Escola “Saborosa”, a União da Ilha do Governador, no Carnaval 2018, junta a fome com a vontade de comer: canta e dança, prepara e serve, na Sapucaí, a super aventura dos hábitos alimentares da população brasileira. 

O sabor, o saber e o sentido do patrimônio gustativo da nossa gente! Porque quando comemos, ingerimos a história, a antropologia, o social, o político, o religioso, a economia, as tecnologias, o mito e o tabu.

Vai muito além da nutrição e da biologia – comida é inventividade! Na mesa, no balcão do botequim, na tribo, na viagem tropeira, na cuia, no altar, no peji ou na pia; o que se come e como se come, em que lugar, em que época do ano, junto com festa ou na solidão. Cru, assado ou cozido? Defumado? Crocante? Salgado ou doce? Quente ou frio? Muito ou pouco? Empratado ou à francesa? Indígena, portuguesa ou africana? Caipira, amazônica ou migrante? Cara, barata ou de graça? Com colher, garfo e faca ou com a mão? Todo lambuzado?

Complexo... e muito simples ao mesmo tempo, porque comida é só prazer! Ela fala à memória do coração, revela a hospitalidade e a simpatia que são patrimônios do povo brasileiro. Através dela delimitamos as fronteiras de uma federação do paladar, conectando gente, iguais e diferentes, na fome e na fartura. Plural, multicultural, multiétnica, tradicional, global e sobretudo, humana.

Sirvam-se à vontade...

1- Da uma provadinha...

Cabral das especiarias, disse um “e aí?” culinário para os índios,

oferecendo bolo folhado, mel e presunto cozido.

(O peixe morre pela boca...)

Os tupiniquins disseram para Caminha: “aqui, em se plantando, tudo dá...”

Depois...

E não é que deu?

Com o passar dos tempos,

a portuguesada, de longe, trouxe o gado leiteiro,

e fez cultivar cana e café: pronto! 

Iria emplacar no costume da Terra Brasilis,

o velho e bom (e honesto) “preto e branco, bem doce”!

As caravelas, 

pareciam carros alegóricos,

verdadeiras arcas de Noé:

vacas, touros, cabras, ovelhas, carneiros e porcos.

Galinhas, galos, pombos, patos, perus e gansos

(muitas penas para o futuro carnaval).

Foi a chegada dos desconhecidos e gostosos

figos, romãs, laranjas, uvas,

limões, tâmaras, maçãs, peras, marmelos e pêssegos.

Algumas das quais depois estariam no turbante da Carmem Miranda.

Trouxeram arroz que mais tarde casaria com o feijão, 

pepino, mostarda, nabos,

gengibre, coentro, açafrão, salsinha, rabanete;

couves que se apegariam à linguiça do tropeiro,

alface, hortelã, alho, berinjela, agrião, manjericão,

chicória, cenoura, acelga, espinafre,

salsa e cebolinha, paus pra toda obra.

E não esqueceram do açúcar e sal a gosto,

para potencializar o pecado abaixo da linha do Equador.

2- Sabores da Terra

Os de cocar e tanga serviram riquíssima culinária,

fruto de seu conhecimento milenar dos sabores da terra: 

e o mundo se apaixonaria pelo pirão,

e acharia delicioso o mingau de farinha de mandioca,

a volúvel (e solúvel) 

que também atendia pelo nome de aipim ou macaxeira.

Bolinhos de farinha enrolados e torrados - o beiju, e a tapioca;

diversidade com raízes, milho, batatas, amendoim.

Cajus e ananás (os abacaxis rebeldes) que abundavam nas matas.

Os tropicais, quentes, pesavam a mão na pimenta,

saboreada com o nome de Inquitaia.

Folhas e ervas cozidas e cortadas, batidas no pilão:

era a papa grossa do Caruru.

A moqueca naquele tempo chamava pokeka,

E os peixes cozinhavam envoltos em folhas gigantes.

Mais uma que mudou de nome: 

a banana era a pacova da terra.

Outra que tinha outro nome era a Paçoca,

que respondia pelo nome de Pasoka:

farinha misturada com torrado de peixe seco ou carne. 

Salve o Tucunaré, muito apreciado pelos peles vermelhas de urucum...

Apertando o tipiti, os índios faziam descer 

um suco amarelado e inebriante: o tucupi.

Mestiças tradições o puseram com goma e camarão virando tacacá;

já nele afogando o penoso preparavam o pato no tucupi.

Em ambos reinava o jambu, 

a erva que causava tremores nos lábios e calafrios no povo da taba, 

que comiam com as mãos, de joelhos agradecendo a Tupã.

Sempre lambuzados da memória ancestral dos donos da terra.

Todas estas exóticas novidades das tradições da floresta

foram parar em caboclos mercados, encontro de vários mundos.

3- Procure uma nega baiana que saiba mexer...

Os negros bantos, graças aos portugueses, sacavam muito de Índia,

e apresentaram o uso do leite de coco em quase tudo, como lá:

no arroz, peixe, ou na canja de galinha!

Foi um sarapatel! 

A manga fez um sucesso danado !

Só que eles também sacavam tudo de Arábia,

e dá -lhe de fazer cuscuz.

E como eles sacavam tudo deles mesmos,

trataram de ensinar por aqui

o uso do inhame, o quiabo, 

a melancia, a abobora, o melão, 

o azeite de dendê e a galinha d’angola.

Mulheres negras Yabás, nas senzalas e na casa grande,

fundiram receitas de Portugal com África.

E foi aí que a porca torceu o rabo:

surgiu a Feijoada, vedete nacional,

o feijão ma-ra-vi-lha de tão democrático que era e é,

acabou virando símbolo da identidade nacional,

porque em volta dele nasceu o samba,

e todo mundo é bem chegado, basta saber chegar...

A escrava coloca o tabuleiro na cabeça,

e vai as ruas vender vatapá, quibebe, mungunzá, angu

e o acarajé, patrimônio nacional.

Sem esquecer a mulher de cravo e canela, Gabriela!

Que rufem os tambores

pelo bonde dos negros cozinheiros, sabor da vida,

que souberam misturar em doses preciosas

o seu mundo magnífico com o mundo dos outros.

Foi a partir desta mão africana

que consolidamos nossas matrizes simbólicas,

quando a comida passou a ter conotações 

sociais, políticas, religiosas e culturais para quem a provava.

4- Super safra bronzeada mostra o seu valor…

De todos os presentes que a terra brasileira

deu ao nosso povo, o maior foi a fertilidade.

O arroz, também de carreteiro, espelha

o celeiro do mundo 

numa riqueza de ingredientes de dar gosto.

Aqui se produz 

todo tipo de alimento de origem agropecuária.

Animal e vegetal numa mesma empreitada, 

nesta festa com frango a passarinho,

bem puxado no alho e óleo.

Obedecendo as leis da terra, 

o brasileiro aprendeu a ordená-la!

Super safras de múltiplas contribuições,

com toneladas de farelo e óleo 

do grão da vida, proteína de soja.

Campos de trigo e algodão.

Tudo se cria, nada se perde, a lavoura se transforma.

Investimentos em diversidade que trazem abundância, 

no grande desafio de semear o solo, plantar e colher.

Transbordar a mesa com iguarias de Tia Anastácia e Dona Benta.

Torra e moagem da amêndoa seca de Cacau,

um show ímpar do chocolate:

nas festas regionais,

ritual e nobreza na tradição do sagrado.

Se Caetano devora Leonardo DiCaprio

nossa Escola devora Raul Lody, com açúcar e com afeto,

salpicado de Câmara Cascudo.

Especialista no velho, no novo, na memória alimentar.

Festa, comemoração, prazer, alegria,

mapeamento de nosso patrimônio imaterial.

Os vestígios das trocas culturais.

5- Saindo do armário da cozinha

Se não vai me degustar, 

me larga, me deixa, me erra,

hoje eu vou assumir –

sou brasileiro sabor Brasil,

e não conseguiria morar longe daqui.

Admita o pecado de quitutes inigualáveis 

no boteco da esquina com muita caipirinha.

Você sobreviveria 

sem uma coxinha de balcão de vidro do pé-sujo?

Coma sem culpa um pão de queijo,

e controle-se no milésimo…

Cada um come o que quer, 

Paçoca com açaí, 

guaraná com bolo de rolo, 

a comilança desvairada está liberada! 

Brigadeiro e quindim,

irresistíveis de cortar os pulsos.

E na segunda-feira,

começa a dieta,

e bata nesta cara malcriada.

Sou bom de boca, de bem com a vida,

e meus “quilinhos” a mais não são gordura,

são excesso de gostosura!

Sou Ilha, sou delícia,

Quem prova de meu tempero, repete e não esquece.

Sou gente, sou povo, sou Rio! Sou Brasil!

Vem, que é hoje o dia, 

só hoje, de me comer com os olhos..

  • 2009Campeã
  • 1974 Campeã
  • 1970 Vice-Campeã
  • 1961 Vice-Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 07/03/1953
  • Cores: Azul, Vermelho e Branco
  • Presidente: Sidney Filardi
  • Presidente de Honra: Paulo Amargoso
  • Quadra: Estrada do Galeão, 322 – Cacuia – Ilha do Governador – CEP 21391-242
  • Ensaios: ?????????
  • Barracão: Cidade do Samba (Barracão nº 02) - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa - CEP: 20.220-290
  • Web site: www.gresuniaodailha.com.br
  • Imprensa: César Nogueira

A História da União da Ilha

A União da Ilha do Governador manteve-se algum tempo entre o segundo e o terceiro grupos e em 1974, quando foi campeã do segundo grupo, obteve o acesso ao grupo principal, a partir do ano seguinte.

De 1977, com o enredo Domingo, a 1980, quando ficou em segundo lugar com o enredo Bom, Bonito e Barato, a União da Ilha fez bons desfiles. O samba É hoje (1982), é um dos mais conhecidos e regravados da história do Carnaval. A escola levou para a Sapucaí desfiles leves, baratos e animados. Esta seria a marca registrada da União da Ilha, mantida até hoje. Suas fantasias costumam ser leves, sem grandes esplendores, facilitando o desfile para o componente. A escola também consegue uma boa comunicação com o público, sendo consideradas uma das mais simpáticas do carnaval carioca. O Amanhã, foi o samba-enredo de 1978 e, neste mesmo ano, foi gravado por Elizeth Cardoso, mas foi com a primeira gravação de Simone, em 1983 (CD Delírios e Delícias e regravada no CD Simone ao vivo), que ela se popularizou.

Nos anos mais recentes, o desfile mais lembrado da União da Ilha foi em 1989. O samba-enredo Festa profana trazia o refrão "Eu vou tomar um porre de felicidade, vou sacudir eu vou zoar toda cidade". Este samba é cantando até hoje nos quatro cantos do país. Naquele ano, a escola ficou em terceiro lugar. Acredita-se que a escola teria perdido o carnaval pelo fato da bateria ter desfilado sem chapéus.

Em 1991, a escola fez uma homenagem a Didi, o poeta que ganhou 22 disputas de samba-enredo. O samba trazia os versos "Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, que eu tô feliz" e "Bebo vem bebo vai, que nem maré, balança mas não cai, boêmio é", além de frases como "Garçom, garçom bota uma cerva bem gelada aqui na mesa". Sem sombra de dúvida, um grande carnaval sob a voz do grande mestre Aroldo Melodia.

O último bom resultado foi obtido em 1994, com "Abrakadabra", em que chegou em quarto lugar, sua última participação no Desfile das Campeãs. Desde então, não vem obtendo boas colocações.

1995 foi o último ano de Aroldo Melodia como intérprete e fora isso a Ilha acabou não tendo o mesmo resultado do ano anterior, ficando na 9ª colocação. No ano seguinte Aroldo teve um derrame, e o intérprete passa a ser seu filho, Ito Melodia, que tem o mesmo timbre de voz do pai.

Desfile de 98 que trouxe pela primeira vez para Cacuia o Estandarte de Ouro de melhor enredo.

Em 1997 a Ilha vem falar da cidade maravilhosa um sonho de Pereira Passos, mais a Ilha não foi feliz na parte do abre alas, não veio e a falta de dinheiro que já atingia várias escolas como a Estácio de Sá que caiu naquele ano. Resumindo, a Ilha ficou em 12º lugar, quase caindo para o acesso A. Muitos críticos, condenaram a escolha desse enredo, porque o ex-Prefeito Pereira Passos expulsou grande parcela da população carente de sua época do centro da cidade e sendo as escolas de samba fruto da criação desse segmento da população homenagear essa personalidade não seria algo confortável.

Em 1998 Ito Melodia deixa a escola, entrando no seu lugar Rixxah, ex-Portela. A União falou de Fatumbi, a Ilha de Todos os Santos. Porém um dos índios da segunda alegoria despencou antes do começo do desfile por causa de um adereço pesado e uma rachadura no pescoço do adereço, fazendo com que a escola fosse prejudicada. Nesse ano a Ilha ficou em 9º lugar com 255,0.

Em 1999 a Ilha sofre um incêndio no seu barracão perto do carnaval. Mesmo assim refez os carros e conseguiu desfilar, ficando na 10ª colocação com total de 253,0.

Em 2000, com "Pra não dizer que não falei das flores", a União da Ilha chegou em oitavo lugar, abordando um dos períodos mais nebulosos dos 500 anos do Brasil: a ditadura militar, de 1964 a 1985.

Em 2001 trazendo Wander Pires como Intérprete, apresentou o Enredo "A União Faz a Força", apesar do desfile empolgante, a precariedade de algumas alegorias, fez com que a escola ficasse no penúltimo lugar, apenas a frente da Paraíso do Tuiuti que também foi rebaixada naquele ano.

Em 2002, de volta ao grupo de Acesso, falando sobre a cidade de Duque de Caxias, fez um belo desfile, e foi bastante elogiada, mas não conseguiu atingir a primeira colocação permanecendo no Acesso, inclusive tendo desfilado no mesmo grupo com a sua coirmã menor Boi da Ilha, tendo também a volta do intérprete Ito Melodia para a Escola, onde permanece até hoje.

Em 2003, homenageando a escritora Maria Clara Machado, candidata ao título, consegue apenas o vice campeonato.

De 2004 a 2008 teve altos e baixos com a falta de recursos, fazendo desfiles para se manter. Apesar disso, em 2005 conquistou o vice-campeonato do Acesso A.

Em 2008, mesmo sem muitos recursos, a escola fez um desfile de garra, e reeditou o É hoje, o que lhe valeu a quinta colocação.

Em 2009, a escola insulana escolheu o enredo "Viajar é preciso - viagens extraordinárias através de mundos conhecidos e desconhecidos", do carnavalesco Jack Vasconcelos, sagrando-se campeã do carnaval do Grupo de Acesso A com 239,9 pontos, voltando após o seu rebaixamento em 2001, ao Grupo Especial em 2010.

Após 9 anos no Grupo de Acesso a União da Ilha voltou ao Grupo Especial.

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