Vila Isabel - Rio Samba School Song Português

Vila Isabel Samba School flag

Listen here to the samba song of the Rio Samba School Vila Isabel. Just click on the music player on the side.


Vila Isabel Samba School

DETAILS

Established in: 04/04/1946

Flag Colours: Blue and White

President: Juninho

Address: Boulevard Vinte e Oito de Setembro

Reharsals: On Saturdays, from 22h

Head Quarter: Samba City (Quarter nº 05)

Press: Jean Cláudio


Vila Isabel 2017

2017 parading time

Parading Theme: "O Som da Cor"

Carnival Designer (Carnavalesco):
Décio Bastos

Harmony Manager: Gilsinho

Vocalist: Tinga

Drummer`s Regents: Paulinho e Wallan

Drummer`s Queen: Sabrina Sato

Flag Carring Couple: Marquinhos

Vanguard Group: Alex Neoral


Vila Isabel is very old school with lots of history and tradition. However it almost went into oblivion not a long time ago.

It lingered in the Second League for a long time until a few years ago when it re-joined the First League (Special Group) in 1995 with an astonishing win. After that, in 1996, it hired one of the most energetic, up-and-coming carnival designers and has scored very high again in the last couple of years.

It is currently ranked the third best among all Rio samba schools.

We also recommend the school's popular and easily accessible samba hall.

Vila Isabel Samba School Rio Carnival

Vila Isabel

Theme: "O Som da Cor"

Composers: Artur das Ferragens, Gustavinho Oliveira, Danilo Garcia, Braguinha e Rafael Zimmerman

Vocalist: IGOR SORRISO

Samba Enredo

 

A MINHA VILA CHEGOU
OUÇA ESSA VOZ
A PELE ARREPIA AO SOM DA BATIDA…
FORÇA DOS MEUS ANCESTRAIS
HERANÇA QUE FEZ RESSOAR O RUFAR DO TAMBOR
PRA GENTE DANÇAR ASSIM, FELIZ
MARACAS ENCONTRAM TAMBORINS
O REGGAE CELEBRA MENSAGENS DE PAZ
OH MINHA FLOR, QUERO VOCÊ EM MEUS BRAÇOS
BAILANDO NO MESMO COMPASSO
UM TANGO DE DRAMA E AMOR

VILA,
“AZUL” QUE DÁ O TOM À MINHA VIDA
UM “SOPRO” DE ESPERANÇA NA AVENIDA
EU FAÇO UM PEDIDO EM ORAÇÃO
OUVI-LA PRA SEMPRE NO MEU CORAÇÃO

UM SOLO DE GUITARRA A EMBALAR
“SOUL” A MAIS PERFEITA FORMA DE EXPRESSAR
EU VOU, EU VOU… ONDE FEZ RAIZ A TRADIÇÃO NAGÔ
EU VOU, EU VOU, FOI
O POVO DO SAMBA QUEM ME CHAMOU
GINGA NO LUNDU, (MORENA)
NEGRO É O REI (É O REI)
TOQUE DE IJEXÁ, (AFOXÉ)
PRA “PURIFICAR” (MINHA FÉ)
GIRA BAIANA, DEIXA A LÁGRIMA ROLAR
QUANDO NO TERREIRO NOVAMENTE ECOAR

ÔÔ, KIZOMBA É A VILA
FIRMA O BATUQUE NO SOM DA COR
VALEU ZUMBI, A LUA NO CÉU
É A MESMA DE LUANDA E DA VILA ISABEL

 


2017 Parading Theme

"O Som da Cor”

Apresentação

Ouço um tom de pele. Vejo a música que embala. Me arrepio no toque da batida, saboreando o ritmo que dela exala. Sinto cheiro daquela gente sofrida, no brilho da voz que não cala. Esta é a saga daqueles que migraram forçosamente, para um já velho novo mundo. Após séculos no cativeiro, tingiram estas Américas e as fizeram crioulas. Gerações que se seguiram colheram os frutos desta musicalidade, semeada por seus ancestrais. Vozes e percussão revelando seus ritmos, no bater do pé e na palma da mão. Instrumentos inventados ou adquiridos de outras culturas.

De início, navego milhas, nas ondas latinas, aportando nas Antilhas, como os hispânicos reinóis, seus descobridores. Entre chocalhos e maracas, o canto e a dança, ao som da habanera cubana. Do culto ao etíope monarca africano, nasce o movimento rastafári caribenho, disseminado pelo reggae jamaicano. Seguindo para o sul da colônia, conhecemos a cúmbia, "dança dos escravos" da Colômbia. No Uruguai, a dança com atabaques tem como candombe seu codinome. Bantos, de origem, seguem para a prateada Argentina, muitos partindo do Brasil. Embarcavam, levando em si uma cultura genuína, que, transportada em cada cargueiro, chega ao porto de Buenos Aires vinda do Rio de Janeiro. Assim nascem a milonga e o tango, seu irmão, que no dialeto banto quer dizer círculo, baile, tambor ou reunião.

Além das coroas ibéricas, outros reinos colonizaram o continente; ingleses e depois seus colonos americanos, que se proclamaram independentes, disputaram com espanhóis e franceses novos territórios. E neles aportaram navios negreiros; a mão de obra escrava, nos brancos campos de algodão, era despejada. Proibidos de falar, cantavam. Cantando, dividiam dor, amor e cânticos de louvor. Blues, ou “azuis”, era referência às pessoas de pele negra e à melancolia nas plantações. Pai do jazz, que contém um banzo, uma saudade. Nova Orleans foi o berço. Os instrumentos das bandas marciais, uma vez abandonados, após a derrota dos sulistas na guerra civil, foram reaproveitados. Segregados, os irmãos de cor dedilhavam o teclado em igrejas para os fiéis. Restava-lhes pouco espaço, somente em bares, clubes e bordéis. Assim o “ritmo” vai dominando o suingue do compasso. Do boogie-woogie e do jump blues, nasce um novo gênero que, ao som de guitarras, pelo mundo inteiro, a juventude conquistou: “Aumenta que isso aí é rock'n roll”. Está na alma, está no soul! Na pista disco. No funk e no techno. Negro é rap, é hip hop. Ser negro é ser pop.

Agora ouço, das terras brasileiras, histórias que a memória traz. Bantos, iorubás, jejes, minas e hauçás, sobrevivendo entre a dor e a gana, na ex-colônia lusitana, deram início a uma íntima relação entre música e fé. E ao seu culto chamaram “calundu”, e em seus “batuques” na mata aberta, nos cafundós do sertão, uma cultura se manifesta. “Se negro festeja, não conspira", diz o amo branco, que assim permitia. Na roda dos negros, virou lundu, uma dança sensual que, junto à fofa e ao fado, atravessou o Atlântico e conquistou Portugal. Este último se une aos cantos dos mouros, às cantigas dos trovadores, da saudade inerente dos marinheiros. Consolida-se como canção solista, inspirada na dança estilizada. Revela-se que o grande orgulho luso, ora pois, tem um pé na senzala.

Nas ruas daqui, o toque da zabumba chama o povo para o festejo, ao relembrar a coroação do rei do congo num sincrético cortejo, das embaixadas da nobreza negra, sua corte e seus vassalos. A devoção da irmandade negra católica à padroeira dos escravos. Salve Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, salve São Benedito. Batem tambores, marimbas e ganzás, nas batidas de caxambus. Dos reisados, de Chico Rei coroado e dos maracatus. Festejando em louvação, simulam lutas nos autos negros que saúdam a Divina Senhora da Purificação. Na tradição nagô, o “candomblé de rua”, na cadência do ijexá com seus xequerês e agogôs, é representado pelo afoxé. E nos trios elétricos brincam ao ritmo do axé. Dos grandes mestres e batutas, choram flauta e cavaquinho. As modinhas, polcas, maxixes, pilares do meu carinhoso chorinho. E nos grandes encontros se fez o jongo, conhecido como caxambu e corimá.

E o samba, que vem de "semba", a angolana "umbigada", mexe e remexe nos seus requebrados. Sincopado e malandreado. Vem exibir, com as palmas e a resposta, os seus passos e rebolados. Meu tamborim de bamba, valorizando a batucada. Com as bênçãos de Ciata e das "tias baianas", na Praça Onze e na Pedra do Sal, na Pequena África carioca. “Brasil, esquentai vossos pandeiros, iluminai os terreiros”, que a negritude tem a primazia. E é dessa cor que falo, que meus sentidos expressam, naquele que é considerado o maior espetáculo. Trazendo os matizes de cada pavilhão, a escola que o samba fez. E ao som das cores da Vila, que é Azul, Branca e Negra também, vem kizombar mais uma vez.

 


Vila Isabel`s history

O futebol está ligado à fundação da Unidos de Vila Isabel, pois existia no bairro, em 1945, um bloco conhecido como Vermelho e Branco. O afastamento de alguns componentes resultou na criação de um time de futebol com as cores azul e branco, posteriormente transformado em um novo bloco carnavalesco. Antônio Fernandes da Silveira, o "China", registrou a sociedade na União Geral das Escolas de Samba, fundando, assim, no dia 4 de abril de 1946, a escola.
A casa de "China", primeiro presidente da escola, serviu até 1958 como sede administrativa da agremiação. Os ensaios eram realizados no Campo do Andaraí. O primeiro enredo da Vila, De Escrava a Rainha, contou com apenas 100 componentes desfilando na Praça Onze: 27 ritmistas, 13 baianas e mais 50 pessoas. Paulo Brazão, um dos fundadores da escola, foi um dos maiores ganhadores de samba-enredo da Vila Isabel, em 1960, a escola ficou em primeiro lugar no Grupo 3, com o enredo Poeta dos Escravos.
Uma das figuras mais conhecidas da escola é, sem dúvida, Martinho da Vila. Sua entrada na agremiação aconteceu em 1965: ele fazia parte da Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato e já estava partindo para o Império Serrano, quando surgiu o convite para integrar a ala de compositores da Vila Isabel. Na nova escola, Martinho reestruturou a forma de compor samba-enredos, com a introdução de letras e melodias mais suaves, emplacando 4 sambas consecutivamente. No carnaval de 1967, Martinho da Vila compôs Carnaval de Ilusões, em 1968 Quatro Séculos de Modas e Costumes, em 1969, Iaiá do Cais Dourado e em 1970, Glórias Gaúchas.
Em 1979, a Vila saiu vitoriosa do Grupo 1B, com um enredo feito por Yêdda Pinheiro, falando sobre Os dourados anos de Carlos Machado. Foi a primeira vez que uma escola homenageou um vulto da cultura ainda vivo. Hoje é lugar comum, mas esta foi a primeira vez em que isto foi feito.
No grupo especial, a Vila Isabel conquistou apenas seu primeiro campeonato, em 1988,desfile do samba-enredo Kizomba, a festa da raça. O desfile marcou a passarela do samba, por abusar de materiais alternativos, como a palha e sisal, e pela garra dos componentes da escola. Para muitos que conhecem bem os desfiles de escolas, este talvez tenha sido o melhor desfile de que se há notícia. Infelizmente, devido a um grave temporal, que deixou a cidade do Rio de Janeiro em estado de calamidade pública, o Desfile das Campeãs não foi realizado.
Após a vitória de 1988, a escola ainda conseguiu uma boa colocação com Direito é Direito, em 1989 (4º lugar), nesse ano, foi marcante a comissão de frente formada por mulheres grávidas. Mas na década de 1990, a escola alternou entre a 7ª e a 12ª colocação. Em 2000, no entanto, a Vila Isabel ficou na 13ª colocação, descendo para o Grupo de Acesso A. Em 2002, com um enredo sobre Nilton Santos a Vila deixou de subir ao Grupo Especial por engano de um julgador, que trocou a nota 10 que seria dada à Vila por uma nota menor, que seria dada à União da Ilha. Com isso, a Acadêmicos de Santa Cruz, sagrou-se campeã.
Em 2004, com um enredo sobre a cidade de Paraty, a Vila retorna ao especial, sagrando-se campeã do Grupo de Acesso . Em 2005 tendo Joãosinho Trinta à frente, que vítima de um derrame cerebral não pode continuar os trabalhos a Vila trouxe um enredo sobre navios que lhe deu a 10ª colocação.
Em 2006, a Vila Isabel levou para a avenida o enredo "Soy loco por ti América - A vila canta a latinidade", do carnavalesco Alexandre Louzada6 e conseguiu seu segundo título, depois de muito sofrimento na apuração. Com um contagiante refrão, o samba-enredo da Vila Isabel foi um dos que mais fizeram as arquibancadas cantarem e, curiosamente, foi o que determinou o título . A empresa PDVSA, estatal petrolífera da Venezuela, financiou o carnaval da Vila Isabel com uma doação de R$ 900 mil. Entretanto, segundo reportagem do "Jornal do Brasil" de 3 de março de 2006, autoridades venezuelanas estão investigando o patrocínio e seu verdadeiro valor, pois há versões de que o montante ficou entre US$ 450 mil e US$ 2 milhões. O matutino venezuelano Reporte noticiou em sua capa que mais de 500 pessoas viajaram ao Rio de Janeiro com todas as despesas pagas pela PDVSA para animar o desfile da Vila Isabel. Em 2007, com enredo falando sobre as Metamorfoses8 , de Cid Carvalho, que estreava carreira-solo, terminando na 6ª posição.
No carnaval de 2008, falando sobre os Trabalhadores do Brasil, a Vila vem com um desfile rico e visualmente perfeito. No entanto, um erro de manobra do 8º último carro prejudica a escola de Noel, mas não tiraram o brilho da nova rainha de bateria (Natália Guimarães) que arrasou na avenida
No carnaval de 2009, a Vila falou sobre o centenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o enredo "Neste Palco da Folia, Minha Vila Anuncia: Theatro Municipal, a Centenária Maravilha" , de autoria do carnavalesco Alex de Souza, que em parceria com o polêmico Paulo Barros , terminou na 4º colocação.
No carnaval de 2010, a Vila falou sobre o centenário de Noel Rosa, com o enredo "Noel: a presença do poeta da Vila" , do carnavalesco Alex de Souza. Para este carnaval, contou com um samba composto por Martinho da Vila, o que não acontecia desde 1993, além das estreias de Mestre Átila, como diretor de bateria e Gracyanne, como rainha . No entanto, a escola que lutava por mais um título, terminou na mesma colocação do ano anterior.
Meses após o carnaval, seu presidente na época, Wilson Vieira Alves (mais conhecido como "Moisés"), foi preso durante a Operação Alvará, após ser acusado de liderar a máfia ligada a exploração de caça-níqueis em Niterói e São Gonçalo . Com sua prisão, assumiu interinamente a direção da escola seu filho Wilsinho, que acumulava também o cargo de superintendente.
No Carnaval de 2011, a Vila fala sobre cabelo, desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães, alcançando apenas o quarto lugar. Nesse mesmo ano o presidente Wilsinho é eleito para comandar a agremiação.
No Carnaval de 2012, Vila Isabel foi a última escola a desfilar no primeiro dia, com o sol bastante claro na Sapucaí levou o enredo "Você Sembo Lá... Que Eu Sambo Cá - O Canto Livre de Angola" , sobre Angola num desfile que marcou a escola e fazendo ela ficar em terceiro lugar.
No Carnaval de 2013, a escola homenageou o agricultor com o enredo "A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo - Água no feijão que chegou mais um". A Escola recebeu patrocínio de aproximadamente 10 milhões de reais da empresa alemã BASF, uma das maiores fabricantes de agrotóxicos do mundo. O desfile da Vila Isabel foi o último do segundo dia de desfiles. A Vila Isabel era considerada por muitos, tanto público quanto especialistas, uma das favoritas, juntamente com a Beija-Flor, Unidos da Tijuca de Paulo Barros e Salgueiro. No dia da apuração, porém, a Vila se sobressaiu sobre as demais escolas e conseguiu seu terceiro título no Grupo Especial, consagrando assim o melhor samba de 2013 composto por André Diniz, Arlindo Cruz, Martinho da Vila, Tunico e Leonel
A parceria de sucesso com a empresa BASF foi mantida para o carnaval de 2014, quando a agremiação falará novamente sobre o campo. . depois do título, a escola perdeu o intérprete Tinga e o casal de mestre-sala e porta bandeira Julinho e Ruth. além da carnavalesca Rosa Magalhães24 25 . trazendo Gilsinho, como novo cantor . o casal Marquinhos e Giovanna além do retorno do carnavalesco Cid Carvalho28 falando sobre os Biomas e Foclore brasileiro29 .
Ainda meses depois, mais uma baixa, dessa vez foi Mestre Paulinho que após dois anos, deixou o comando de bateria, que passa a ser comandada por Wallan . e na madrugada do dia 9 de dezembro, a escola escolheu seu samba para o carnaval de 2014, que mais uma vez deu a parceria de André Diniz, Evandro Bocão, Professor Wladimir, Arlindo Cruz e Artur das Ferragens. que derrotou outro samba, visto como favorito na escola, de: Tunico da Vila, Pedro Luís, Suzana Pires e Thales Nunes . Em novembro, o carnavalesco responsável por assinar o desfile de 2014 deixa a escola. A agremiação anunciou que uma comissão de carnaval com profissionais da casa irá tocar o carnaval de 2014. meses depois, Cid foi reintegrado novamente como carnavalesco da escola, após se desculpar e pedir para voltar.
Ainda em 2014, o então presidente Wilsinho Alves, desistiu de tentar uma reeleição, antes disso, quitou todas as dívidas da escola, algo em torno de 800 mil Reais. Elizabeth Aquino, foi eleita Presidente da Vila Isabel para o triênio 2015/2017/2017.
Em 2015, a Vila Isabel ficou na penúltima posição na classificação dos desfiles.
Em 8 de Maio de 2015, a Presidente Elizabeth Aquino, renunciou ao cargo, alegando incompatibilidade de pensamentos com membros de sua própria diretoria.

Rio Carnival 2017
Samba Schools &
Samba Songs

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You will be able to listen to the 2017 samba songs on your own Rio Carnival Page as soon as they are released.

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Rio Carnival Samba School Photos

Titles of the School

YAER PLACE
1947 Winner
1948 Winner
1949 8th place
1950 9th place
1951 3rd place
1952 Winner
1953 7th place
1954 Winner
1955 11th place
1956 Winner
1957 Winner
1958 Winner
1959 5th place
1960 2nd place
1961 4th place
1962 8th place
1963 Winner
1964 Winner
1965 Winner
1966 4th place
1967 4th place
1968 8th place
1969 5th place
1970 2nd place
1971 2nd place
1972 2nd place
1973 6th place
1974 6th place
1975 2nd place
1976 6th place
1977 2nd place
1978 15th place
1979 Winner
1980 2nd place
1981 Winner
1982 7th place
1983 Winner
1984 5th place
1985 3rd place
1986 Winner
1987 5th place
1988 Winner
1989 4th place
1990 2nd place
1991 11th place
1992 12th place
1993 8th place
1994 9th place
1995 6th place
1996 7th place
1997 9th place
1998 12th place
1999 2nd place
2000 9th place
2001 13th place
2002 2nd place
2003 2nd place
2004 Winner
2005 10th place
2006 Winner
2007 6th place
2008 9th place
2009 4th place
2010 2nd place
2011 4th place
2012 2nd place
2013 Winner
2014 10th place
2015 11th place
2017