Uniao da Ilha - Rio Samba School Song Português

Bandeira Samba School Uniao da Ilha

Listen here to the samba song of the Rio Samba School Uniao da Ilha. Just click on the music player on the side.

 

União da Ilha Samba School

DETAILS

Established in: 07/03/1953

Flag Colours: Blue, Red and White

Honorary: Maurício Gazelle (in memorian)

President: Sidney Filardi

Address: Estrada do Galeão, 322 – Cacuia

Reharsals: On Saturdays, from 23h

Head Quarter: Samba City (Quarter nº 02)

Press: César Nogueira


União da Ilha 2017

2017 parading time

Parading Theme: "Nzara Ndembu – Glória ao Senhor Tempo"


Carnival Designer (Carnavalesco):
Alex de Souza

Carnival Manager: Márcio André

Harmony Manager: Válber Frutuoso

Vocalist: Ito Melodia

Drummer`s Regents: Thiago Diogo

Drummer`s Queen: Bruna Bruno

Flag Carring Couple: Márcio Siqueira

Vanguard Group: Patrick Carvalho


Samba School Uniao da Ilha is mainly known for its irreverent themes.

It all began when a group of friends, watching their island's (Ilha do Governador) street bands and smaller samba schools, decided that their district should also have a proper samba school to represent them. It had remained among the less significant second and third "class" samba schools for some time until 1974, when it eventually came first in the Preliminary Parades of the Second League Schools. Consequently, in the following year, it could finally participate in the First League (Special Group)'s Samba Parade.

Having produced many great parades and paying special attention to its public relations, the school has turned into one of the First League (Special Group)'s most likable samba schools. It has taken to the Avenue some frivolous, cheerful and lively parades, which has become the school's hallmark. The school's costumes are usually light, without much metalwork or extension, making the marchers' parade easier.

Although it has never been a champion in the First League (Special Group), it has composed one of the most popular samba songs still played and sung today, such as 1977's "Sunday" and "Good, Nice and even Cheap" in 1980. 1982's samba song: "Is today really The day?" became one of the most remembered songs in the Rio Carnival history.


União da Ilha

Theme: "Nzara Ndembu – Glória ao Senhor Tempo"

Composers:Marinho, Lobo Junior, Felipe Mussili, Beto Mascarenhas, Dr. Robson, Rony Sena, Marcelão e MM

Intérprete: Acraílson Forde (Ito Melodia)

Samba Enredo 2017

 

DOS BANTOS NZAMBI O CRIADOR
GIRAM AMPULHETAS DA MAGIA
SALVE REI KITEMBO
NZARA NDEMBU EM POESIA
PRA DAR SENTIDO À VIDA, TRANSFORMAR
NUMA ODISSEIA RASGA O CÉU, ALCANÇA A TERRA
SAGRADA É A RAIZ NZUMBARANDÁ
KATENDÊ, SEGREDOS PRESERVA
E AVERMELHOU, KIAMBOTÉ NOS FEZ CAMINHAR
NA LUTA ENTRE O BEM E O MAL, FORJOU KIUÁ
SENHORES SAGRADOS, IRÃO CELEBRAR
KUKUANA É FARTURA, NATUREZA A FESTEJAR
NDANDALUNDA A ME BANHAR (ME BANHAR)
SEIVA QUE BROTA O CHÃO
EM RITUAIS DE PURIFICAÇÃO
E NO BALANÇO DA MARÉ (DA MARÉ)
SAMBA KALUNGA NOS TRAZ
DAS PROFUNDEZAS PEIXES ABISSAIS
A CHAMA ARDENTE É FOGO
O FOGO QUE QUEIMA É PAIXÃO
É NZAZI FAZENDO JUSTIÇA
NA FORÇA DE UM TROVÃO
QUE DITA AS LEIS DO UNIVERSO
E NOS ENSINA A LIÇÃO
QUANDO O SOL BEIJOU A LUA
VIU NO CÉU INSPIRAÇÃO
MATAMBA SOPROU
O VENTO LEVOU PRA ANGOLA REINAR
PLANTOU O AMOR
A ÁRVORE DA VIDA É A VIDA QUE DÁ

ÊH ÊH NO GIRÊ, ÊH NO GIRÊ
MACURÁ DILÊ NO GIRÁ
É O TEMPO DE FÉ, UNIÃO
O TAMBOR DA ILHA A ECOAR

 


2017 Parading Theme

"Nzara Ndembu – Glória ao Senhor Tempo"

 

“O Tempo não existe;
a não ser em todo o resto que há!
E Rei, o Tempo, é uma epopeia,
existindo nas coisas todas que hão!
É ausência que se apresenta
como transformadora presença.”

Pois havia as terras dos Bantos, onde Nzambi Mpungu, o grande criador e suprema entidade, vivia em seu suntuoso palácio, Nsanzala dia Nzambi, o Templo da Criação, na origem do universo, entre ampulhetas mágicas e ornamentos de ouro e marfim. Foi quando surgiu a necessidade de convocar Kitembo, Rei de Angola, e transformá-lo no Inquice mágico do tempo: o tempo cronológico e o tempo mítico estariam reunidos para toda a eternidade.

Raios e dias, tempestades e semanas, vulcões e meses, estações do ano e os anos, maremotos e décadas, os segundos em séculos, os minutos em milênios, as horas dando sentido à vida! Abriram-se mágicos portais, que conduziriam razão e emoção no longo existir. O destino e a mutação.

No interior do Palácio, todo dia e noite, criaturas Nlundis e Fucumbas de ferro protegiam a rara energia maleável e evolutiva- o Nguzu, que dava a Kitembo o poder de transformar o mundo.

Foi assim que o espírito livre de Kitembo varou os céus e se fixou na terra, alcançando conexão entre os dois mundos: o sobrenatural e o material. Criou raízes fortes de uma árvore sagrada, que servia como meio de comunicação e de transporte ente os deuses e os homens, em comunhão com o universo.

II

Já lá se vão 4,6 bilhões de anos! Sobre o supercontinente seminal, aliou-se à Nzumbarandá, a mais velha dos Inquices, e juntos criaram a natureza na Terra, solicitando que Katendê lançasse sementes que formariam florestas guardadoras de majestosa biodiversidade.

Este equilíbrio foi maculado com a chegada do grande meteoro que avermelhou o céu. Foi preciso a ação de Kiamboté Pambu Njila, em forma de caminhos e de movimento, para que os continentes e o nível do mar começassem a se mover. Pontes de terra abriram caminhos entre um bloco e outro, permitindo que primitivos animais migrassem livremente.

No caminho, o Rei de Angola encontrou guerreiros de várias tribos e ensinou-lhes a cultivar a terra. Era plantar para colher, domesticar alguns animais, e aceitar que muitas espécies permaneceriam na natureza selvagem. Kiamboté Kabila Duilo!Gongobira! Mutalambo: salve o caçador dos céus! Kiuá Nkosi, o Senhor da forja, ao transformar o instrumento de pedra em metal viu os guerreiros lutando para sobreviver. Da força do ferro, para o bem e para o mal, surgiram os instrumentos de trabalho e nasceu a natureza bélica.

Kitembo não se abateu, e convocou Kavungo,Inquice da saúde, da morte e Senhor dos mistériose Nsumbu,oSenhor da terra, para celebrarem a Kukuana: festa da fartura, da prosperidade de alimentos. O solo da mãe Terra ganhava assim a sua celebração principal. Em contato com a natureza plena e no reencontro com seus irmãos de Angola, o guerreiro Kitembo renovou seus laços de fraternidade, essência de sua ancestralidade, e seguiu viagem.

III

No final da era onde as águas se separam da terra, surgiram os grandes reservatórios debaixo e em cima da crosta do planeta. Angoro, Hongolo Menha, o arco-íris no céu, foi quem disso lembrou Kitembo. Era o vapor, o gasoso hídrico, a água, a seiva da vida, que circundaria toda a terra e trazendo novos ciclos.

As águas que se precipitam do céu tocados por Kitembo, Angoro e Bamburucema, se infiltram na terra e depois renascem límpidas e brilhantes. Fontes de toda a vida, as águas fizeram Kitembo entender a longevidade, o princípio de toda a cura e a bebida sagrada da imortalidade. Nos rituais africanos, a água é o elemento fundamental em banhos de cheiro, de descarrego; nas oferendas em cachoeiras; podendo, de forma mágica, também se transformar em estado sólido, fazendo surgir na natureza o encanto das geleiras, a neve e os icebergs.

Foi num mergulho nas águas salgadas, que Kitembo chegou ao palácio subaquático, cercado de corais, e lá encontrou Samba Kalunga, guardiã dos segredos dos mares profundos, e Nkianda, a dona de todo o mar e seus peixes abissais de extrema beleza. A benção das águas salinizadas interagiu com lagoas e lagos onde a vida e a beleza das espécies aquáticas são mantidas e preservadas sob a proteção da encantadora Ndandalunda, sereia de águas doces. Ndadalunda! Kissimbi!

IV

Kitembo sabia que havia um destino solar no seu caminhar, o assim chamado fogo universal. Diante do poder incandescente, louvou Nzazi, a divindade do fogo, do trovão, da justiça. Estava diante do Inquice capaz de fulminar os injustos com sua pedra de raio. Uma chama incandescente que indica o caminho que deve ser seguido, por aquele que conhece os ensinamentos das leis do Universo. A força energética, ligada ao impulso da vida, à paixão, à transmutação; força avassaladora e incrível, associada à motivação, desejo, intenção, ímpeto e espírito aventureiro. Faísca de divindade que brilha dentro de nós e de todas as coisas vivas.

A Magia do Fogo pareceu ao Rei de Angola assustadora, porque os resultados manifestam-se de forma rápida e espetacular, como nosso metabolismo e as paixões que nos movem. O movimento da ampulheta não cansava de surpreendê-lo. O encontro do sol com a lua, do dia com a noite, só foi possível porque o fogo, condutor da magia, a chama da vida estava ali presente nos raios de sol de mais um dia.

No Sol, nas estrelas, nas fogueiras, nas brasas, nas lavas, nos vulcões e nas erupções. O frenesi que esquenta nos dias frios e faz transpirar nos dias quentes. Foi quando Kitembo apreciou o eclipse, mais um espetáculo da natureza:

E como isso não bastasse, o fogo era o elemento da comunicação, pois o fogo fala diretamente aos homens. Diante do fogo, o animal se espanta e foge, mas o humano espanta-se e aproxima-se. E ele faz parte de cultos e rituais, e desde os primórdios permitiu ao homem inúmeros avanços: o preparo de alimentos e bebidas, caçadas e no afugentamento de animais e grupos rivais, na fundição de metais e para fazer renascer as labaredas de fé no coração do homem.

V

O Rei Kitembo de Angola curvou-se diante do azul celeste, repleto do elemento Ar, e ali esperou até que surgisse ao seu lado Matamba, a Inquice rainha dos ciclones, furacões, tufões, vendavais. A guerreira poderosa, amor e paixão do Senhor do tempo. Contam as lendas que ele gostava de virar o tempo, apenas para ver Matamba soprar seu vento, tão fundamentais para movimentar as sementes outrora lançadas na terra. Ali, no chão da terra, onde o homem pisa com toda a sua humildade, estava a magia do poder transformador dos elementos.

Matamba deu-lhe a mão, e seguiu com ele de volta para a África, para o Reino de Nzambi. Ali uniram seus súditos na criação de um novo reino, gerando trabalho e prosperidade por muitos séculos, emanando para todos os povos irradiações de amor e respeito pelo meio ambiente, a fonte inesgotável de vida para as futuras gerações.

Que nossa vida seja um canal de manifestação do Reino de Nzambi, onde quer que estejamos. Que nossa ação, nossa palavra, nosso agir, revele esse maravilhoso reino com todas as suas potencialidades. E assim abriremos de volta o caminho para que possamos viver o nosso Tempo.

Como será o futuro da humanidade e a preservação dos elementos naturais? A união dos povos pela preservação da vida, responderia Kitembo. Na história do Tempo, a árvore sagrada da vida deixou registrada para todo o sempre esta cronologia: as raízes do passado, as folhas do presente e os frutos do futuro. Saravá! Nzara Ndembu!

De um velho soba do deserto de Namibe, para União da Ilha do Governador.

Carnaval 2017

JUSTIFICATIVA

Angola, Congo! Saravá! Vem de lá o passado, presente e futuro do universo!

Do seio da África majestosa, mística e misteriosa, da natureza sagrada, surge a história de um grande Rei que a União da Ilha vem contar...

Kitembo! A força universal do Inquice Tempo: o grande poder transformador. Grande mestre, Deus do profano e do sagrado. Deus de todas as crenças e religiões. O Tempo da respiração, do sopro divino da vida.

A Odisséia de Tempo, o passageiro das ilusões. É a bússola majestosa que guia os navios, os pontos cardeais, o vento nas velas das embarcações, as mudanças do tempo astral e do tempo cronológico do homem na Terra.

Senhor da razão e da emoção. Condutor das sensações e das emoções que o ser humano sofre ao longo da vida. Mutação, evolução! Faz mudar os rumos de tudo. O tempo está na luta, na guerra, em momentos especiais que mudaram destinos e amarraram heranças e civilizações mundo a fora.

A União da Ilha pede licença para dançar no ritmo do Tempo. Tal qual o povo guerreiro de Além-mar, veste a ancestralidade de um Rei consagrado no tempo e no espaço. Faz do carnaval, o renascimento e a celebração do Tempo Rei, aquele que detém o poder de tudo transformar. Com as páginas do passado, escrever no tempo presente o futuro para uma nova era, um novo tempo.

Com o canto e a força do seu povo, pede bênçãos a Kitembo, e emoldura as cores de todos os credos e todas as crenças no seu pavilhão. Batam os tambores para um novo tempo: é tempo de fé para a União da Ilha! Ê tempo! Ê tempo Nzara Ndembu!

 

 


União da Ilha`s history

A União da Ilha do Governador foi fundada por Maurício Gazelle, Joaquim Lara de Oliveira (o Quincas), Orphylo Bastos e mais 59 sócios. Manteve-se algum tempo entre o segundo e o terceiro grupos e em 1974, quando foi campeã do segundo grupo, obteve o acesso ao grupo principal, a partir do ano seguinte.
De 1977, com o enredo "Domingo", a 1980, quando ficou em segundo lugar com o enredo "Bom, Bonito e Barato", a União da Ilha fez bons desfiles. O samba “É hoje O Dia”, de 1982, é um dos mais conhecidos e regravados da história do Carnaval. A escola levou para a Sapucaí desfiles leves, baratos e animados. Esta seria a marca registrada da União da Ilha, mantida até hoje. Suas fantasias costumam ser leves, sem grandes esplendores, facilitando o desfile para o componente. A escola também consegue estabelecer uma boa comunicação com o público, sendo consideradas uma das mais simpáticas do carnaval carioca. O Amanhã foi o samba enredo da União da Ilha em 1978 e neste mesmo ano foi gravada por Elizeth Cardoso, mas foi com a primeira gravação de Simone, em 1983 (CD Delírios e Delícias e regravada no CD Simone ao vivo), que ela se popularizou.
Nos anos mais recentes, o desfile mais lembrado da União da Ilha foi em 1989. O samba-enredo "Festa profana" trazia o refrão "Eu vou tomar um porre de felicidade, vou sacudir eu vou zoar toda cidade". Este samba é cantando até hoje nos quatro cantos do país. Naquele ano, a escola ficou em terceiro lugar. Acredita-se que a escola teria perdido o carnaval pelo fato da bateria ter desfilado sem chapéus.
Em 1991 a escola fez uma homenagem a Didi, o poeta que ganhou 22 disputas de samba enredo. O samba trazia os versos "Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, que eu tô feliz" e "Bebo vem bebo vai, que nem maré, balança mas não cai, boêmio é", além de frases como "Garçom, garçom bota uma cerva bem gelada aqui na mesa". Sem sombra de dúvida, um grande carnaval sob a voz do grande mestre Aroldo Melodia.
O último bom resultado foi obtido em 1994, com "Abrakadabra", em que chegou em quarto lugar, sua última participação no Desfile das Campeãs. Desde então, não vem obtendo boas colocações.
1995 foi o último ano de Aroldo Melodia como intérprete e fora isso a Ilha acabou não tendo o mesmo resultado do ano anterior, ficando na 9ª colocação. No ano seguinte Aroldo teve um derrame, e o intérprete passa a ser seu filho, Ito Melodia, que tem o mesmo timbre de voz do pai.
Em 1997 a Ilha vem falar da cidade maravilhosa um sonho de Pereira Passos, mais a Ilha não foi feliz na parte do abre alas, não veio e a falta de dinheiro que já atingia várias escolas como a Estácio de Sá que caiu naquele ano. Resumindo, a Ilha ficou em 12º lugar, quase caindo para o acesso A. Muitos críticos, condenaram a escolha desse enredo, porque o ex-Prefeito Pereira Passos expulsou grande parcela da população carente de sua época do centro da cidade e sendo as escolas de samba fruto da criação desse segmento da população homenagear essa personalidade não seria algo confortável.
Em 1998 Ito Melodia deixa a escola, entrando no seu lugar , ex-Portela. A União falou de Fatumbi, a Ilha de Todos os Santos. Porém um dos índios da segunda alegoria despencou antes do começo do desfile por causa de um adereço pesado e uma rachadura no pescoço do adereço, fazendo com que a escola fosse prejudicada. Nesse ano a Ilha ficou em 9º lugar com 255,0.
Em 1999 A Ilha sofre um Incêndio no seu barracão perto do carnaval. Mesmo assim refez os carros e conseguiu desfilar, ficando na 10 Colocação com total de 253,0.
Em 2000, com "Pra não dizer que não falei das flores", a União da Ilha chegou em oitavo lugar, abordando um dos períodos mais nebulosos dos 500 anos do Brasil: a ditadura militar, de 1964 a 1985.
Em 2001 trazendo Wander Pires como Intérprete, apresentou o Enredo "A União Faz a Força", apesar do desfile empolgante, a precariedade de algumas alegorias, fez com que a escola ficasse no penúltimo lugar, apenas a frente da Paraíso do Tuiuti que também foi rebaixada naquele ano.
Em 2002, de volta ao grupo de Acesso, falando sobre a cidade de Duque de Caxias, fez um belo desfile, e foi bastante elogiada, mas não conseguiu atingir a primeira colocação permanecendo no Acesso, inclusive tendo desfilado no mesmo grupo com a sua coirmã menor Boi da Ilha, tendo também a volta do intérprete Ito Melodia para a Escola, onde permanece até hoje.
Em 2003, homenageando a escritora Maria Clara Machado, candidata ao título, consegue apenas o vice campeonato.
De 2004 à 2008 teve altos e baixos com a falta de recursos, fazendo desfiles para se manter. Apesar disso, em 2005 conquistou o vice-campeonato do Acesso A.
Em 2008, mesmo sem muitos recursos, a escola fez um desfile de garra, e reeditou o É hoje, o que lhe valeu a quinta colocação.
Em 2009, a escola insulana escolheu o enredo "Viajar é preciso - viagens extraordinárias através de mundos conhecidos e desconhecidos", do carnavalesco Jack Vasconcelos, sagrando-se campeã do carnaval do Grupo de Acesso A com 239,9 pontos, voltando após o seu rebaixamento em 2001, ao Grupo Especial em 2010.
Após 9 anos no Grupo de Acesso a União da Ilha voltou ao Grupo Especial. Para 2010, contratou a carnavalesca Rosa Magalhães, e apresentou um enredo que falava do famoso personagem da literatura espanhola, Dom Quixote de La Mancha. Em sua disputa interna de sambas de enredo, a escola optou por fundir duas composições finalistas, pegando por base o samba de Grassano, Gabriel Fraga, Márcio André Filho, João Bosco e Arlindo Neto, e juntando com segundo refrão da parceria de Gugu das Candongas, Marquinho do Banjo, Barbosão, Ito Melodia e Léo da Ilha ("nesse feitiço/ tem castanhola/ a bateria hoje deita e rola").3 Algumas modificações nas letras e melodia foram feitas para harmonizar o samba, uma vez que logo o seu anúncio, os comentaristas em geral criticaram a fusão, embora elogiassem a qualidade do samba . No dia do desfile, a frente da bateria, junto com a rainha Bruna Bruno, veio também, como madrinha, Luciana Picorelli. Abrindo o desfile do grupo especial, o carnaval da Ilha foi parcialmente ofuscado por alguns problemas nos carros alegóricos. A escola terminou em 11º lugar, escapando de um novo rebaixamento.
No carnaval de 2011 a União da Ilha apresentou o enredo O Mistério da Vida, que conta sobre a evolução das espécies e sobre o cientista inglês Charles Darwin. A escola teve como carnavalesco Alex de Souza, advindo da Vila Isabel. Dias antes do desfile de 2011, o barracão da União da Ilha, que fica localizado na Cidade do Samba, sofreu um incêndio de grandes proporções que atingiu também os barracões da Portela e da Grande Rio, além do galpão da LIESA. Apesar do incêndio, e de não ter sido julgada, a escola apresentou um desfile grandioso. Seus componentes desfilaram como que se tivessem disputando a briga pelo título. Neste ano a escola conquistou, além da simpatia do público, três troféus Estandarte de Ouro, promovido pelo Jornal O Globo, nas categorias Melhor Escola do Grupo Especial, Melhor Enredo e Melhor Intérprete com Ito Melodia.
Em 2012 a União da Ilha contou novamente com o carnavalesco Alex de Souza e teve como tema a cidade de Londres, sede das Olimpíadas de 2012. O título do enredo foi: "De Londres ao Rio: Era uma vez... uma Ilha". O enredo foi baseado na cultura britânica e nas olimpíadas de 2012, fazendo uma alusão aos jogos olimpícos de 2017 a serem realizados no Rio de janeiro. De acordo com o carnavalesco, a escola se apresentou de forma lúdica e literária, e fez uma versão bem carioca dessa festa. A comissão de frente da Ilha protagonizou um momento histórico ao unir Maria Augusta, ex-carnavalesca da escola, e o folclórico gari Renato Sorriso. O grupo representou a guarda real da monarquia britânica, fazendo uma brincadeira entre o rígido protocolo militar e o suingue do samba carioca. Uma grande sacada do carnavalesco Alex de Souza, que simplesmente arrebatou o público e conquistou para a escola o troféu Estandarte de Ouro na categoria melhor Comissão de Frente. Apesar do bom desempenho, a escola terminou o campeonato de 2012 em oitavo lugar.
No ano de 2013, a escola apresentou o enredo "Vinícius, no Plural. Paixão, poesia e Carnaval", uma homenagem ao poeta Vinícius de Moraes.
Em 2014, a escola levou para avenida o enredo: É Brinquedo, é brincadeira. A Ilha vai levantar poeira!6 . A Escola Surpreendeu a todos fazendo um lindo desfile e sendo apontada com fortíssima candidata ao sábado das campeãs . Na Apuração a expectativa se concretizou , A Ilha ficou em quarto lugar , a frente de escolas tradicionais como Beija - Flor , Imperatriz e Mangueira , e ainda liderou no ínicio da apuração . No fim ficou melhor do que o esperado , e parece que a ilha voltou a ser a escola dos anos 80 e ínicio de 90.
Antes do carnaval 2014, a tricolor da Cacuia, assim como a sua madrinha Portela, já definiu o enredo pra 2015, que será sobre os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro .Algum tempo depois mudou seu tema para ''Beleza Pura?'' Que trata da forma de se enxergar a beleza.

Rio Carnival 2017
Samba Schools &
Samba Songs

Find here all Rio Samba School details with the latest samba songs and 2017 parading themes.

You will be able to listen to the 2017 samba songs on your own Rio Carnival Page as soon as they are released.

All samba school songs
info about the schools
all about 2017 rio carnival

Rio Carnival Samba School Photos

Titles of the School

YAER PLACE
1960 3rd place
1961 2nd place
1962 14th place
1963 10th place
1964 10th place
1965 5th place
1966 4th place
1967 3rd place
1968 11th place
1969 5th place
1970 2nd place
1971 14th place
1972 8th place
1973 9th place
1974 Winner
1975 9th place
1976 9th place
1977 3rd place
1978 4th place
1979 5th place
1980 5th place
1981 7° lugar
1982 5th place
1983 7th place
1984 5th place
1985 12th place
1986 5th place
1987 9th place
1988 6th place
1989 3rd place
1990 7th place
1991 9th place
1992 10th place
1993 11th place
1994 4th place
1995 11th place
1996 12th place
1997 12th place
1998 9th place
1999 10th place
2000 8th place
2001 13th place
2002 3rd place
2003 2nd place
2004 7th place
2005 2nd place
2006 3rd place
2007 4th place
2008 5th place
2009 Winner
2010 11th place
2011 4th place
2012 8th place
2013 9th place
2014 4th place
2015 9th place
2017