Salgueiro - Rio Samba School Song Português

Salgueiro Samba School flag

Listen here to the samba song of the Rio Samba School Salgueiro. Just click on the music player on the side.


Salgueiro Samba School

DETAILS

Established in: 05/03/1953

Flag Colours: Red and white

President: Regina Celi Fernandes Duran

Address: Rua Silva Teles, 104 - Andaraí - Rio de Janeiro - RJ - CEP 20541-110
Phone: (21) 2238-9226

Reharsals: On Wednesdays, from 20h until 22h; and aturdays, from 22h

Head Quarter: Samba City (Quarter nº 08) - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa
CEP: 20.220-290
Phones:
(21) 2203-0897 / (21) 2223-1110

Web site: www.salgueiro.com.br

Press:
Flávia Cirino
flavia.cirino@salgueiro.com.br
Phone: (21) 9834-0807


Salgueiro 2016

2016 parading time

Parading Theme:
"A Ópera do Malandro"

Carnival Designer (Carnavalesco):
Renato Lage e Márcia Lage

Carnival Managers: Regina Celi, Anderson Abreu e Renato Duran


Harmony Managers: Jô Calça Larga

Vocalists: Quinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa

Drummer`s Regent: Marcão

Drummer`s Queen: Viviane Araújo

Flag Carring Couple:
Sidclei &Gleice Simpatia

Vanguard Group:
Hélio Bejani


Salgueiro Samba School Rio Carnival

Champion of the 2009 Parade. Salgueiro is a truly elitist school attracting many celebrities.

Salgueiro Samba School Song

Samba School Salgueiro was originally among the first schools to show-case the achievements of the Afro-Brazilians, in stark contrast to its current middle-class fan club. Salgueiro became really famous in the 1960s for its outstanding samba dance performers.

It has a very popular samba hall close to the city center, in one of the safest areas (compared to the other schools based on the hills with slums).

Most years, it uses " fire" in its parades, the symbol of the school.

Salgueiro

Theme: "A Ópera do Malandro"

Composers: Xande de Pilares, Jassa, Betinho de Pilares, Miudinho, Luiz Pião e W Correa

Vocalist: Serginho do Porto e Leonardo Bessa

Samba Enredo 2015

Tem amor nesse tempero... Salgueiro

Esse "trem é bom demais"

Vem dos tempos dos meus ancestrais

Foi o índio que ensinou

Com sua sabedoria

O jeito de aproveitar, tudo que a terra dá, no dia-a-dia

É de dar água na boca, se lambuzar

Visitar o paraíso.... e sonhar

 

O danado desse cheiro sô... ô sinhá

Atiçou meu paladar... ô sinhá

Já bebi uma "purinha" vim sambar na Academia

E não quero mais parar...

 

O ouro desperta ambição

Da fome nasce a criatividade

O branco, o negro e seus costumes

Trazendo muito mais variedade

Um elo em comunhão

E a culinária virou arte e tradição

É no tacho... na panela... mexe com a colher de pau

Saberes e sabores lá do fundo do quintal

Peço a Nossa Senhora pra não deixar faltar

É divina... que delícia... pronta pra saborear

 

Prepara a mesa bota a fé no coração

Numa só voz vai meu samba em louvação

É o meu Salgueiro com gosto de quero mais

Oh Minas Gerais!


2016 Parading Theme

"A Ópera do Malandro"

Sinopse

Malandro…
É o tipo que entra faceiro na roda, abre o jogo e fecha com os seus.
É o Rei da Ginga, Rei da Noite, o Barão da Ralé!
Sagaz, invoca os personagens de um Rio lírico, nesta ópera tão pomposa
que só um malandro poderia sonhar.
(Ou tão ordinária que qualquer mendigo poderia pagar).

Malandro…
Vai flanando triunfal por entre deuses e meretrizes, rainhas e monarcas…
Delirantes fidalgos desta magnífica ópera das ruas.
É aquele que faz das calçadas o palco das ilusões.
Atento, não dorme no ponto nem cochila na linha.
E só baixar a guarda quando o sol dá o ar de sua graça.

Malandro…
É o mestre-sala das alcovas.
O bailarino dos salões, o cavaleiro errante dos morros cariocas.
Atua nas madrugadas, caminhando na ponta dos pés, como quem pisa nos corações.
À luz do abajour, ama a todas que quiser.
Das muchachas de Copacabana às mimosas da Praça Tiradentes.

Malandro…
Dono de um jeito manso que é só seu de aparar os dilemas da vida no fio da navalha.
É o sujeito cordial que desfila macio entre dados, cartas e roletas.
É o rei de todos os naipes num carteado de damas, valetes e coringas.
Aquele que, mesmo quando o jogo vira contra, nunca joga a toalha.
Porque é o filho gerado no ventre da sorte, a imperatriz do mundo!

Malandro…
É o pensador dos botequins, filósofo das mesas de bar!
O dono de um mundo que aprendeu a domar.
Poeta, comanda o cortejo na cadência bonita do samba vadio
que o luar lhe emprestou.

Malandro…
Um homem de fé, que fecha o corpo e abre os caminhos ao próprio destino.
Que não foge à luta e que pede a paz!
Entidade saudada em mojibás, laroiês e saravás.
É aquele que entra na gira pra fazer o mundo girar.
Que guia a roda na palma da mão para sua gente ir adiante.
É o dono da rua que vive na alma de cada carioca da gema,
povo que “TRABALHA PACA”!!
Que vai pro batente de todo dia chacoalhando guias e cordões no trem da Central.

Malandro…
Astro maior desta ópera
Que segue rumo ao ato derradeiro.

E quando a luz se apagar…
A orquestra silenciar…
A poeira assentar no chão…
A plateia, de pé, em delírio…
Bate palma e pede bis!
Pois, a cada carnaval, ele renasce no coração de todo bamba.
Afinal, malandro que é malandro nunca sai de cena…
Vira samba!

 


Salgueiro`s history

Foi fundado em 5 de março de 1953 a partir da união de duas escolas de samba do Morro do Salgueiro: Azul e Branco e Depois eu Digo. A Unidos do Salgueiro , terceira escola existente naquela localidade e que tinha como representante maior o sambista Joaquim Calça Larga, não concordou com a fusão e, por esse motivo, ficou de fora. Mais tarde, desapareceu. Em seu primeiro desfile, com o enredo "Romaria à Bahia" em 1954, a Acadêmicos do Salgueiro surpreendeu o público e alcançou a terceira colocação, à frente da Portela.
O primeiro presidente do Salgueiro foi Paulino de Oliveira e nos anos que se seguiram, a escola ousou ao tratar de enredos que colocassem os negros em destaque, e não como figurantes. É exemplo marcante desse novo estilo, Navio Negreiro (1957). Mas foi em 1958, sob a presidência de Nélson Andrade, que a agremiação adotou o lema que traz até hoje: nem melhor, nem pior, apenas uma escola diferente. Foi Nélson Andrade o responsável pela ida do carnavalesco Fernando Pamplona para o Salgueiro, em 1960, dando início a uma grande mudança no visual da escola. Pamplona criou uma equipe formada por ele, o casal Dirceu e Marie Lousie Nery, Arlindo Rodrigues e Nilton Sá, revolucionou a estética dos desfiles das escolas de samba.Essa tendência foi reforçada com a chegada de Fernando Pamplona e, posteriormente, de Arlindo Rodrigues, que resgataram personagens negros que enriqueceram a história do Brasil, embora fossem pouco retratados nos livros escolares, como Zumbi dos Palmares (Quilombo dos Palmares - 1960), Xica da Silva (Xica da Silva - 1963) e Chico Rei (Chico Rei - 1964).
Na década de 1970, a escola consagra o jovem artista plástico Joãosinho Trinta, que foi aluno de Pamplona, nos memoráveis desfiles de 1971 Festa para um Rei Negro (samba composto por Zuzuca, tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual obtém seu 5º título) e o bicampeonato em 74/75 com Rei de França na Ilha da assombração (samba composto em 1974 por Zé Di e Malandro tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta que lhe rendeu seu 6º título do carnaval carioca) e As minas do rei Salomão (samba composto em 1975 por Nininha Rossi, Dauro Ribeiro, Zé Pinto e Mário Pedra e tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual conquistou seu 7º título). Em 1978 entre as 10 escolas de samba no Grupo Principal, Salgueiro termina na sexta colocação e escapa por pouco do rebaixamento, a uma posição de Império Serrano.
Nos anos 1980 a escola amarga uma série de insucessos, disputas internas causaram afastamento de salgueirenses históricos e vê a ascensão de escolas como: Beija-Flor , Imperatriz e Mocidade Independente, cujos desfiles eram confeccionados por ex carnavalescos do Salgueiro, como Joãosinho Trinta, Arlindo Rodrigues e Rosa Magalhães.
O jejum de títulos é quebrado em 1993 com o surpreendente , enredo de Mário Borriello e com o samba-enredo composto por Demá Chagas, Arizão, Celso Trindade, Bala, Guaracy e Quinho, sendo esse desfile foi responsável por um dos momentos mais inesquecíveis do carnaval carioca e por um dos melhores samba-enredo que a Sapucaí ouviu.
Nos últimos anos seu carnaval foi feito pelo carnavalesco Renato Lage que foi discípulo de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Com a morte dos patronos Maninho e Miro Garcia, a vermelho-e-branca precisou mais do que nunca se unir para apresentar um grande desfile com o enredo Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga. O desafio foi vencido. O excelente desenvolvimento do enredo de Renato Lage e Márcia Lavia contava a história e a importância do fogo para a humanidade. A plástica do tema iluminou os carnavalescos a criarem um belíssimo trabalho de cores quentes e formas originais inspirados no elemento. O Salgueiro desfilou com uma garra que há muito tempo não se via. Exceto por problemas em duas alegorias, que tiveram dificuldade de passar pelas árvores não podadas da Presidente Vargas, a escola foi extrema em sua excelência e incendiou a avenida, credenciando-se ao título . Porém, na abertura dos envelopes, apenas a 5ª colocação foi reservada à escola.
Golpe maior a escola sofreria no ano seguinte, quando levou para a avenida o enredo "Microcosmos - O que os olhos não veem, o coração sente" criado por Renato Lage e Márcia Lávia. Já contando com a estrutura do barracão na Cidade do Samba, a escola sentiu o peso de abrir o desfile do Grupo Especial, com um público ainda frio e pouco receptivo o. O resultado final foi a 11ª colocação, a pior da história do Salgueiro.
Para se reerguer, em 2007 o Salgueiro foi em busca de suas raízes para encontrar, na África Oriental, a história das Candaces, rainhas negras que governaram o Império Meroe, sete séculos antes de Cristo. Tudo pareceu perfeito para mais uma vitória - ou pelo menos o vice-campeonato. A escola fez um desfile brilhante e saiu aclamada pelo público e pela imprensa como postulante ao título . Essa expectativa durou apenas até a leitura das primeiras notas, na quarta-feira de cinzas. Inexplicavelmente os jurados deram notas baixas à escola. Afastada da luta pelo campeonato, o Salgueiro terminou a apuração em 7º lugar. Em 2008, falando sobre a cidade do Rio de Janeiro, o Salgueiro conquista o vice-campeonato .
Após o vice-campeonato, o Salgueiro realizou eleições para a escolha da diretoria executiva, responsável pelo comando da escola no triênio 2008/2010. A vencedora foi a candidata da situação, Regina Celi Fernandes Duran, segunda mulher na história a presidir a escola .
Para 2009, a escola escolheu o enredo Tambor, de Renato Lage. O samba enredo vencedor foi composto por Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite. Graças a a esse enredo, o Salgueiro ganhou o campeonato deste ano, com um ponto de diferença da vice Beija-Flor e quebrando um jejum que durava 16 anos.
Para o carnaval de 2010, o Salgueiro desenvolveu com o carnavalesco Renato Lage, o enredo "Histórias sem fim" contado a história do livro, que vem da Antiguidade até os tempos modernos . no entanto terminou a apuração na 5º colocação.
Em 2011, o Salgueiro contou a história do cinema no Rio de Janeiro . O enredo foi desenvolvido por Renato Lage e com a volta de sua mulher, Márcia Lage. Além disso a direção resolveu fazer igual a escola-madrinha, com 3 intérpretes: com efetivação de Leonardo Bessa e Serginho do Porto, que antes eram apoio do carro de som, ao lado de Quinho. Ronaldinho que estava na escola a 10 anos, foi substituído por Sidcley, ex-mestre sala da Grande Rio. Era então uma das 3 favoritíssimas ao titulo.Apresentava um dos melhores conjuntos alegóricos. Maz fez um de seus piores desfiles, com problemas na entrada de três grandes carros, congestionamentos de alegorias na dispersão, comprometendo sua evolução e, principalmente, gerando uma punição de 1 ponto pelo estouro do tempo máximo em 10 minutos. Mesmo assim, a escola terminou na 5ª colocação, voltando para o desfile das campeãs. No ano de 2012 a escola levou para a avenida o enredo "Cordel branco e encarnado" falando sobre a literatura do nordeste e foi a vice-campeã do carnaval, ficando a apenas dois décimos da campeã Unidos da Tijuca.
Em 2013, a escola apresentou na Marquês de Sapucaí o enredo "Fama", no qual foi patrocinado pela revista Caras. A agremiação foi a 2ª escola a desfilar no primeiro dia de desfiles (Domingo). tendo Xande, do Grupo Revelação como participação especial, integrando junto com Quinho, Leonardo Bessa e Serginho do Porto . O desfile foi sem erros porém não empolgou o público presente no sambódromo . Devido a rigorosidade dos jurados nesse ano muitas escolas, incluindo a vermelho e branca, não obtiveram muitas notas "Dez". Porém, devido ao equilíbrio das escolas, o Salgueiro conseguiu a 5ª colocação credenciado-a ao Desfile das Campeãs.
Após cinco anos do carnaval campeão "Tambor", o Salgueiro retoma a estética afro tão associada à sua história no enredo "Gaia, A Vida Em Nossas Mãos", que abordou a criação do universo sob a ótica da lenda africana de Olorum, com um toque de apelo pela sustentabilidade nos dias atuais (um desejo já demonstrado pelos orixás em suas lendas e ideais) . O samba composto por Xande de Pilares, Dudu Botelho, Miudinho, Betinho de Pilares, Rodrigo Raposo e Jassa consagrou-se como o melhor do ano, eleito por público e crítica. O desfile recebeu vários prêmios como o Estandarte de Ouro de Melhor Escola, Samba-Enredo e Bateria, mas a Academia ficou com o vice-campeonato, perdendo para a Unidos da Tijuca (mesmo algoz de 2012) pela diferença de apenas um décimo.
Em mais um pleito, Regina Celi sagrou novamente presidente da Academia , como candidata única, após serem constatadas irregularidades nas chapas de Fú e do intérprete Quinho, . A chapa de Quinho foi considerada uma surpresa, sendo mal-recebida por muitos salgueirenses simpatizantes de Regina. Após a reeleição da presidente, foi confirmado o afastamento do cantor. A escola renovou contrato com o carnavalesco Renato Lage para o carnaval 2015, e logo depois foi confirmado que a escola falará sobre a culinária mineira no Carnaval de 2015, através do enredo "Do fundo do quintal, saberes e sabores na Sapucaí". Mais uma vez a Academia fez um desfile irrepreensível, mas novamente amargou o vice-campeonato, desta vez para a Beija Flor de Nilópolis, pela diferença de quatro décimos.
No dia 10 de março de 2015, o Salgueiro anunciou o enredo para 2016: "A Ópera dos Malandros" será desenvolvido novamente por Renato Lage e Márcia Lage. Os integrantes do Departamento Cultural da escola voltaram a desenvolver a sinopse do enredo após quatro anos. A receptividade tem sido positiva por conta dos salgueirenses e torcedores de outras escolas. O Salgueiro será a segunda escola a entrar na avenida na noite de 8 de fevereiro de 2016. Em 33 desfiles da Era Sambódromo, esta é apenas a 10ª vez que a Academia foi sorteada para a segunda-feira de carnaval.

Titles of the School

YAER PLACE
1954 3rd place
1955 4th place
1956 4th place
1957 4th place
1958 4th place
1959 2nd place
1960 Winner
1961 2nd place
1962 3rd place
1963 Winner
1964 2nd place
1965 Winner
1966 5th place
1967 3rd place
1968 3rd place
1969 Winner
1970 2nd place
1971 Winner
1972 5th place
1973 3rd place
1974 Winner
1975 Winner
1976 5th place
1977 4th place
1978 6th place
1979 6° lugar
1980 3rd place
1981 5th place
1982 8th place
1983 8th place
1984 4th place
1985 6th place
1986 6th place
1987 7th place
1988 4th place
1989 5th place
1990 3rd place
1991 2nd place
1992 4th place
1993 Winner
1994 2nd place
1995 5th place
1996 5th place
1997 7th place
1998 7th place
1999 5th place
2000 6th place
2001 4th place
2002 6th place
2003 7th place
2004 6th place
2005 5th place
2006 11th place
2007 7th place
2008 2nd place
2009 Winner
2010 5th place
2011 5th place
2012 2nd place
2013 5th place
2014 2nd place
2015 2nd place
2016