Império da Tijuca - Escola de Samba - Samba Enredo English

Império da Tijuca Samba School flag

Ouça aqui o Samba Enredo da Império da Tijuca apenas clicando no botão do player ao lado.

 

GRES Império da Tijuca

FICHA TÉCNICA

Fundação: 08/12/1940

Cores: Verde e Branco

Presidente de Honra: Paulo Tenente

Presidente: António Marcos Teles

Quadra: Rua Medeiros Pássaro, 84 – Tijuca
Telefone: (21) 2580-8682


Ensaios: Rua Medeiros Pássaro, 84 – Tijuca

Barracão: Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa (Cidade do Samba - Barracão 07)

Imprensa:


Império da Tijuca 2018

Enredo:
""

Carnavalescos:
Júnior Pernambucano

Diretor de Carnaval: Júnior Pernambucano , Luan Teles e Andrezinho

Intérprete: Roosevelt (Pixulé)

Mestres de Bateria: Mestre Antonio Martins (Mestre Capoeira)

Rainha de Bateria: Laynara Teles

Mestre-Sala: Antônio Carlos Nunes

Porta-Bandeira: Jaçanã

Comissão de Frente:
Phafaela Machado

Desfile de 2018

Posição de desfile: Sétima escola a desfilar no dia 05/02/2018

 


 


Império da Tijuca

Samba Enredo: ""

Autores:

Intérprete:

Samba Enredo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Enredo de 2018

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Introdução

 

Carnavalesco:

 


 

A História da Império da Tijuca

A escola, desde o início, efetivou experiências comunitárias no Morro da Formiga, no bairro da Tijuca, onde foi fundada em 1940.
União das antigas escolas Recreio da Mocidade e Estrela da Tijuca, entre os seus fundadores estão Joaquim Augusto de Oliveira (Quincas), Agripino de Souza, Rodolfo Augusto de Oliveira, Celestina Pinto Rabaça, Fernando Matos, Jorge Domingos da Silva, João Escrevente, Mario Pereira, Manoel Queiroz, Aylton dos Santos, Emílio Marcatte, Manuel Pinto, entre outros.
Entre os nomes mais famosos da escola, estão Sinval Silva (um dos compositores prediletos de Carmen Miranda) e Mário Pereira (Marinho da Muda), falecido em 1989.
Havia uma escola de alfabetização para crianças, a "Tropa José do Patrocínio" (grupo de escoteiros do morro), que atuou anos na comunidade. A Império da Tijuca foi a primeira escola de samba a usar o termo Império, razão pela qual tem uma coroa, símbolo da nobreza, em sua bandeira, bem como ramos de fumo e café que traduziam as riquezas do Brasil na época.
Durante a década de 1980, a escola esteve cinco vezes no grupo principal. Dessas, quatro foram consecutivas (de 1984 a 1987). Depois, conseguiu somente participar novamente do Grupo Especial em 1996, com o enredo "O Reino Unido Independente do Nordeste", de Miguel Falabella. Desde então teve problemas financeiros até 2005, quando o presidente Antônio Marcos Telles, mais conhecido como Tê, assumiu e organizou a escola, obtendo a quinta colocação no primeiro ano de seu mandato. E logo se tornou campeã do grupo B com o enredo Tijuca, cantos, recantos e encantos.
Em 2007 emocionou a Marquês de Sapucaí falando de São Jorge com o enredo O Intrépido Santo Guerreiro, obtendo a quinta colocação no grupo A.
Em 2008, com a proposta da prefeitura de elaborar um enredo sobre os 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, e com problemas em alegorias e fantasias, que foram prejudicadas pela chuva, o Império da Tijuca termina a apuração na sétima colocação .
No ano seguinte, a escola da Formiga repatriou a modelo Nana Gouvêa como madrinha de bateria, e trouxe como intérprete Pixulé. Reeditou o enredo O mundo de barro de Mestre Vitalino, do carnaval de 1977. A escola conseguiu a 7º colocação com 236,3 pontos, permanecendo no Grupo de Acesso em 20104 .
Para 2010 a escola do Morro da Formiga troxe como enredo "Suprema Jinga - Senhora do trono Brazngola" o carnavalesco Jack Vasconcelos que estava na União da Ilha. Com um desfile sem muitas falhas rendeu um expressivo 5º lugar. Para 2011 mostrou um enredo sobre os carnavais em outras partes do mundo. do carnavalesco Severo Luzardo. fazendo um desfile surpreendente e terminando na 6º colocação . para 2012, a escola continua com o mesmo carnavalesco, tendo um enredo sobre utopias .
Em 2013, após Severo Luzardo, sair devido a outros compromissos. a escola da Formiga resolveu apostar no carnavalesco Juninho Pernambucano, homônio do jogador de futebol de mesmo nome. que é uma das grandes revelações do Carnaval de Três Rios onde foi campeão pela Bom das Bocas, com um desfile tecnicamente perfeito e arrebatador que encantou o público e, com um samba muito forte, conquistou Estandarte de Ouro. Com dois refrões de levantar a Sapucaí, a Império da Tijuca conquistou o público, os jurados, a crítica pelo bom enredo desenvolvido na Passarela do Samba e o título da Série A, ganhando o direito de desfilar entre as grandes, junto com suas co-irmãs Acadêmicos do Salgueiro e Unidos da Tijuca, fazendo com que o bairro da tijuca tenha o maior número de Agremiações na elite do Carnaval carioca . além de ter dois mestres de bateria, com mestre Capoeira se juntando a Claudinho Cardoso.
No seu retorno ao Especial, a escola optou pela manutenção da equipe vencedora do ano anterior, exceção feita as direções de carnaval e harmonia, o enredo escolhido para o ano de 2014 foi "Batuk". Apesar do samba forte e o belo desfile, a agremiação terminou em 12º lugar e voltará a desfilar na Série A em 2015. O resultado gerou muita revolta não somente na comunidade do Morro da Formiga como também no mundo do samba em geral, que pedia uma reciclagem dos julgadores e revisão nos seus métodos de julgamento.
Em 2015, a escola permaneceu com seu estilo afro e mantendo boa parte da equipe do ano anterior, sendo que a escola trouxe Quinho para se juntar com Pixulé, no comando do carro de som . No entanto, apesar de um bom desfile, terminou na 6° colocação. Para o carnaval de 2018 a escola dispensou o intérprete Pixule, que estava desde 2009 na escola, para seu lugar entrou Rogerinho, que passou por Portela e Renascer de Jacarepaguá.

Os Títulos da Escola

ANO COLOCAÇÃO
1954 16 lugar
1955 17° lugar
1956 7° lugar
1957 14° lugar
1958 11° lugar
1959 3° lugar
1960 6° lugar
1961 10° lugar
1962 3° lugar
1963 6° lugar
1964 Campeã
1965 8° lugar
1966 ---------------
1967 8° lugar
1968 10° lugar
1969 Não foi julgada
1970 Campeã
1971 8° lugar
1972 10° lugar
1973 4° lugar
1974 3° lugar
1975 3° lugar
1976 Campeã
1977 11° lugar
1978 11° lugar
1979 Campeã
1980 4° lugar
1981 Vice-Campeã
1982 11° lugar
1983 Vice-Campeã
1984 6° lugar
1985 11° lugar
1986 12° lugar
1987 12° lugar
1988 4° lugar
1989 7° lugar
1990 Vice-Campeã
1991 8° lugar
1992 10° lugar
1993 8° lugar
1994 4° lugar
1995 Vice-Campeã
1996 17° lugar
1997 4° lugar
1998 5° lugar
1999 9° lugar
2000 7° lugar
2001 9° lugar
2002 12° lugar
2003 9° lugar
2004 3° lugar
2005 7° lugar
2006 Campeã
2007 5° lugar
2008 7° lugar
2009 8° lugar
2010 5° lugar
2011 7° lugar
2012 3° lugar
2013 Campeã
2014 12° lugar
2015 6 ° lugar
2018